Conversas da Kata

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  • #9 Pílula - A vida após a pós | Parte II

    Em mais um momento para entender o que há depois da pós, além de boletos e frustração, convidamos dois pesquisadores para conversar com a gente sobre suas experiências depois da graduação. Rodrigo Ferreira, mestrando em Antropologia pela UFMT, e Diego Martins, doutorando em História pela UnB, trazem suas realidades e como foram seus percursos após o diploma da graduação. Rodrigo voltou para o ambiente acadêmico depois de oito anos e nos conta sobre as oportunidades "nem tão antropológicas", no sentido específico do termo, que  teve e que o fez retornar para a academia com outro olhar e pensamento sobre sua própria ideia de pesquisa. Diego, também professor temporário da rede pública do Distrito Federal, não achava que o espaço acadêmico seria para ele, mas depois de dois anos fora, percebeu que a sua área poderia sim se beneficiar com as suas pesquisas, por mais que ele não se enquadrasse no estereótipo clássico das pessoas que costumam acessar a pós-graduação. 

    Obs: Partes desse episódio foi gravado em julho de 2022.

    Vem com a gente e nos sigam nas redes sociais!

    Twitter e Instagram: @podcastdakata

    Imagem de capa: @posgraduanjas

    29 min
  • #8 Pílula - A vida após a pós

    Além de frustração e alívio, o que existe depois do diploma? E se a pós parece que não acaba e os boletos não param de chegar? Em tempos de pandemia e de Brasil 2022, como passar por esse período? Essas questões são o pontapé inicial desta conversa que tá mais com cara de desabafo. Ana Carol, mestranda, e Marina, doutoranda, falam sobre suas experiências pessoais, reflexões e estratégias financeiras e psicológicas que acionaram, e continuam acionando, para passar por esse período. Tem discussão sobre o trabalho fora da academia, enquanto ainda estamos em formação; a decisão de mudar de programa, orientador e tema; o engatar da graduação com mestrado, mestrado com doutorado, etc; e, claro, os impactos psicológicos. Dêem o play e venham nesse papo com a gente. E, claro, deem seus retornos sobre como tem sido a vida após a pós para vocês.

    - O episódio que indicamos sobre mercado de trabalho é o EP #8 - Procura-se antropóloga: o misterioso mercado de trabalho da Antropologia;

    - O link para download do livro No Ar: antropologia - Histórias em Podcast: http://www.aba.abant.org.br/publicacoes/publicacao-345370

    - Evento de lançamento do livro "No Ar: Antropologia. Histórias em Podcast" - Debate 1/4: https://youtu.be/XsiMx-YVBNQ 

    52 min
  • EP #11 - Garimpo em Território Munduruku

    Nesse episódio conversamos com Beka Munduruku, membra do coletivo de audiovisual Munduruku, Luísa Pontes Molina, doutoranda em Antropologia pela UnB e com Barbara Nascimento, que é historiadora e doutoranda em Antropologia  pela UFRJ e trabalha na ONG Agro é Fogo. Ambas são aliadas na luta do povo Munduruku e fazem pesquisa junto a este povo. Muito impactados pelo garimpo ilegal, que prejudica sua saúde, desmata sua floresta e poluí seus rios, a política anti-indígena do atual governo piora a situação.  Falamos sobre o tanto de dinheiro e pessoas com poder envolvidas, a cooptação de indígenas para o garimpo e outras coisas que ele mobiliza, como a prostituição, mas também sobre as ações auto-organizadas de proteção do povo Munduruku e da terra. A resistência Munduruku traz inspiração e aprendizado e a certeza de que o futuro é indígena.  Dê o play e compartilhe!

    Referências:

    VEGA; Ailén; S.C. SILVA, Laize; MOLINA, Luísa; S.P. LOURES, Rosamaria. O cerco do ouro: garimpo ilegal, destruição e luta em terras Munduruku, Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração. Brasil, abril de 2021 – Primeira Versão

    MOLINA, Luísa Pontes. Terra, luta, vida: autodemarcações indígenas e afirmação da diferença. Universidade de Brasília, 2017 (Dissertação de Mestrado)

    Movimento Ipereg Ayu. Cartas do povo Munduruku. https://movimentoiperegayu.wordpress.com/tag/cartas-2/

    NASCIMENTO, Barbara do. "Com os espíritos dos antigos": a luta do povo Munduruku do médio Tapajós pelo território e pela vida. Universidade de Brasília, 2021

    Podcast “Um rio que mudou de cor” - Chagas do Garimpo

    Podcast “Conversas da Kata” - EP #6 - A história não começa em 1988 | O marco temporal como negação do direito originário

    Fiocruz e WWF Brasil. Impacto do Mercúrio na Saúde do Povo Indígena Munduruku, na Bacia do Tapajós. Nota Técnica, novembro de 2020, https://bit.ly/3iA7Wq8

    43 min
  • #7 Pílula - Conversas de Quarentena | Escritas em tempos pandêmicos
    Uma pílula de depoimentos, dicas e experiências de todos os tipos. Aquelas mais práticas de Marina Fonseca vividas durante o processo de sua dissertação. Seguidas pelas palavras de respiro proferidas por Ana Carol Oliveira e de Leila Saraiva sobre seu doutorado em meio a reorganizações da vida. Bruner Titonelli encerra com uma crônica dessa época. 
    A gente não pensou que as conversas de quarentena iam durar tanto. E um ano depois continuamos aqui. Falamos ainda sobre como lidamos com a escrita acadêmica nesses tempos pandêmicos. E, com alguma surpresa, percebemos que discutir sobre escrita implica em anunciar uma série de palavras sobre cuidados e afetos. 
    Agora é só apertar o play e vir com a gente nessa!
    Referências
    Ahmad, Aisha. “Quarentena: porque você deveria ignorar toda a pressão para ser produtivo agora”. Chronicle of Higher Education. Tradução de Renato Pincelli. 27/03/2020, acesso em 26/03/2021. Disponível em: https://rntpincelli.medium.com/quarentena-porque-vc-deveria-ignorar-toda-a-pressao-para-ser-produtivo-agora-3f4f0b8378ae
    Becker, Howard. “Truques de escrita: Para começar e terminar teses, livros e artigos”. Rio de Janeiro: Zahar, 2015
    Diniz, Débora. “Carta de uma orientadora: o primeiro projeto de pesquisa”. Brasília: Letras Livres, 2012.
    Murakami, Haruki. “Do que eu falo quando eu falo de corrida: um relato pessoal”. Rio de Janeiro: objetiva, 2012.
    Nunes, José. “Como eu escrevo”. Disponível em: https://comoeuescrevo.com/
    Saez, Oscar Calavia. “Esse obscuro objeto da pesquisa: um manual de método, técnicas e teses em antropologia”. Ilha de Santa Catarina: Edição do autor, 2013
    48 min
  • EP #10 - Zumbindo as Falácias da direita - Parte 2

    Se o episódio #9 já te deixou instigada e reflexiva, se prepare porque este aqui está no mesmo pique. Continuamos o papo com o Carapanã, do Podcast Viracasacas, desvendando os mistérios do avanço da nova direita ao redor do mundo, e, principalmente, no Brasil. Falamos de aspectos teóricos e você encontra, neste episódio, uma discussão sobre conceitos como liberalismo e conservadorismo e sobre como esses grupos políticos tem se articulado tanto no plano econômico, como no social.

    Não conseguimos deixar de lado a questão das fake news, do revisionismo histórico e da "memetização" dos debates públicos. Temos diversos exemplos recentes que demonstram como o meme tem sido uma das maiores ferramentas para disseminar informações. Além de várias referências interessantes, vocês também vão ouvir sobre as estratégias que podem ser eficazes, segundo a análise do nosso convidado, para fazermos frente a esses grupos.

    E essa é só um pouco do que você encontra dando play aí!

    Referências:

    Trecho da música: “La luna y el pescador”  Colombia Tropical Cumbias

    ℗ 1987 MSM Agency, Youtube.

    Trecho da música: "Bactéria FDP"

    2020 MC Rayban

    CURTIS, Adam. O Século do Ego. BBC. 2002. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-CNWeCDNCcI

    BRAGA, Isabel e KRAKOVICS, Fernanda. Em convenção, Aécio diz que Dilma não concluirá mandato e faz apelo por unidade no PSDB. O Globo, 2015. https://oglobo.globo.com/brasil/em-convencao-aecio-diz-que-dilma-nao-concluira-mandato-faz-apelo-por-unidade-no-psdb-16667961

    BORGES, Rodolfo. Em discurso duro e pouco conciliador, Aécio dá o tom da oposição. El País. 2014. https://brasil.elpais.com/brasil/2014/11/05/politica/1415218131_581862.html

    Eh Várzea 011 - "A direita de verdade" ou como é fácil reescrever a história. 2018. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/6bhi94jtj9ZN5vhRAOr0d8?si=4YWCz5JRS-aOabL3i9HOPw

    Medo e Delírio em Brasília. Central 3 Podcasts https://open.spotify.com/show/4GTrddwqYaFDOuNUPcsRaX

    Meteoro Entrevista - Leandro Demori: https://www.youtube.com/watch?v=sQEvqMSDAHU

    The Rinha: https://www.youtube.com/channel/UCpbiwmdeWqT7bE0_3qLuTdA


    1 hr 23 min
  • EP #9 - Zumbindo as falácias da direita - Parte 1

    Já começamos 2021 opondo nosso barulhinho à várzea provocada pela direita bizarra! Nesse episódio batemos um papo com o pensador do caos Carapanã, do Viracasacas Podcast. Ele nos contou da sua trajetória na podosfera e da importância do Podcast Anticast para a esquerda ocupar mais esse espaço.

    Conversamos sobre a distopia da direita de “estética contestadora do sistema, mas que prega o fascismo”, como essa direita se baseia em uma suposta “tecnocracia” em que proclama sua visão de mundo como “livre de ideologia”. Mas falamos também da fragilidade da democracia representativa e das  instituições  e o desengajamento político gerado por empresas como a Cambridge Analytica.

    Venha descobrir porque essa direita precisa de teorias da conspiração para viver e porque essas teorias são feitas “sob medida” para fazer as pessoas sentirem medo e raiva. Vem discutir com a gente as falsas equivalências - e descobrir por quê falar em “polêmica” e não em “mentira” é dar palco para fascista e racista falar.

    Foi tanta coisa pra se conversar que foi preciso dividir em duas partes!

    Referencias:

    Trecho da música: “La luna y el pescador”  Colombia Tropical Cumbias

    ℗ 1987 MSM Agency, Youtube.

    ALESSI, Gil. A nova armação das redes bolsonaristas para insuflar o ódio contra Debora Diniz. El País, 2021

    https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-08/a-nova-armacao-das-redes-bolsonaristas-para-insuflar-o-odio-contra-debora-diniz.html

    AntiCast 313 – Da onde vêm as ideias da Nova Direita? Disponível em: https://open.spotify.com/episode/6ZvLxzybz2vLpdjPqGBXwh?si=vsYrTV9dTDesxMb1gX-m2A

    ARAÚJO, Ernesto Henrique Fraga. Trump e o Ocidente. Cadernos de Política Exterior ano III • número 6 • 2º semestre 2017 Disponível em https://segundasfilosoficas.org/trump-e-o-ocidente/

    Auditoria Cidadã da Dívida  auditoriacidada.org.br

    CEPÊDA, Vera Alves. A nova direita no Brasil - contexto e matrizes conceituais. In: Mediações - Revista de Ciências Sociais, v.23, n.2 (2018) http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/34801

    CONTI, Mario Sergi. Escândalos da república 1.2, Revista Piauí, julho 2012, https://piaui.folha.uol.com.br/materia/escandalos-da-republica-1-2/

    FAGGION, Andrea. Os perigos do anarcocapitalismo (e uma saída para eles), 2015

    _____ Democracia Liberal vs Neo-Feudalismo Libertário, 2019

    In: andreafaggion.wordpress.com

    NÃO VOTE, LUTE - Episódio #01 Podcast Ação Direta, disponível em Google Podcasts, Spotify e outros. https://anchor.fm/acaodiretapodcast

    Zine “ Não vote - organize-se” Por Além do Voto Milharal. Biblioteca Terra Livre. https://alemdovoto.milharal.org/files/2012/08/NaoVote_Livreto-leitura.pdf


    1 hr 20 min
  • EP #8 - Procura-se antropóloga: o misterioso mercado de trabalho da Antropologia

    Nesse episódio falamos sobre o mundo oculto de funções exercidas por antropólogas fora do ambiente acadêmico. Para tanto conversamos com a antropóloga Soraya Fleischer, professora do departamento de Antropologia da UnB.  Ela é criadora de uma disciplina de graduação sobre o mercado de trabalho da Antropologia.  Nesse episódio ainda temos os depoimentos de Rafael Serafim e Débora Pontes da Silva sobre a experiência com a matéria.

    Nessa disciplina, as estudantes encontram antropólogas nos seus locais de trabalho - prestando atenção nas cores, cheiros, barulhos do lugar… Elas descobrem que têm antropólogas em movimentos sociais, nas ONGs, nos sindicatos, nas agências de publicidade, em empresas de consultoria, pra só mencionar alguns. Essa matéria teve vários desdobramentos não planejados como a  criação de redes de divulgação de estágios e empregos levando estudantes a conseguirem vagas enquanto estavam cursando a disciplina.

    Nesse bate-papo falamos um pouco dos super poderes que a antropóloga adquire ao longo da sua formação,  como eles podem ser úteis mundo a fora e como conhecimento valioso é produzido para além dos muros da academia.

    Venha descobrir como nossos métodos podem servir para bolar o que Soraya chama de “estratégia política da formiguinha” na resistência diária nesse contexto político nada favorável à vida.

    Mini dicionário:

    Dress Code: “código de vestimenta”, regras a respeito do que é apropriado vestir em determinado lugar/evento

    Etnografia: na forma que aparece no episódio é o tipo de estudo pela qual as antropólogas descrevem, compreendem e analisam o ponto de vista de pessoas, povos e culturas com as quais trabalham e convivem. O trabalho é baseado em interações próximas, observação participante e convívio intenso.  

    Feminicídio: assassinato de mulheres motivado pelo  ódio às mulheres por serem mulheres (misoginia)

    Preceptoria: função institucionalizada muito comum na área de saúde, também chamada de “treinamento com supervisão”, importante para a transição de recém-formado para médico autônomo, em que a pessoa exerce as funções com auxílio de uma profissional mais experiente, sua “preceptora”.

    Referencias bibliográficas:

    FLEISCHER, Soraya. Ementa da Disciplina Antropologia e mercado de trabalho do 1o/2020 Disponível em

    FLEISCHER, Soraya.  Onde uma antropóloga pode trabalhar? Relato de uma disciplina de graduação sobre Antropologia e mercado de trabalho. In: Áltera – Revista de Antropologia, João Pessoa, v. 1, n. 4, p. 42-61, jan. / jun. 2017

    MIGLIEVICH, Adélia. A sociologia quando “sai” da universidade: ilustrações para um debate. In: Cadernos CERU, Série 2, n.10, 1999

    SILVA, Gláucia (Org).  Antropologia extramuros: novas responsabilidades sociais e políticas dos antropólogos.  Brasília, DF: Paralelo 15, 2008.

    SIMIÃO, Daniel Schroeter; FELDMAN-BIANCO, Bela. (Orgs.) O campo da antropologia no Brasil: retrospectiva, alcances e desafios, Rio de Janeiro : Associação Brasileira de Antropologia, 2018.

    58 min
  • EP #7 - Revoltas no Peru | Especial América Latina

    ¿Qué pasa en Perú? Acompanhamos as notícias dos maiores protestos dos últimos vinte anos da história desse país e para entender melhor tudo que está acontecendo por lá, conversamos com nosso amigo e sociólogo Luís Orlando Alemán, morador de Lima, que tá vivendo tudo de pertinho. Com o impeachment do ex-presidente Martín Vizcarra, entrou a maior autoridade do congresso, Manuel Merino, e nomeou uma série de ministros conservadores. Ele abriu, assim,  os caminhos para o avanço de uma agenda de direita. A violência policial deixou mais de 100 feridos, dois mortos,  Inti Sotelo (24 anos) e  Bryan Jack Pintado (22 anos), e  vários desaparecidos. Merino renunciou, mas tudo indica que as mobilizações populares estão só no começo! Nossa conversa vai muito além dos eventos mais recentes. Discutimos desde a imagem da esquerda no Peru e na América Latina como toda, o que foi o regime de Sendero Luminoso e a falta de uma tradição partidária no Peru, até as dificuldades de protestar em tempos pandêmicos e não paramos por aí… ¡Aqui se respira lucha!

    Glossário de  palavras mais difíceis:

    (em ordem de aparição)

    molestar = Incomodar

    estamos molestos = estamos indignados

    calles = ruas

    perdigones = tiros

    ubicación = localização

    golpeadas = espancadas

    intentar = tentar; ha intento= tentou

    Minería = mineração

    Mindblow = (aqui) percepção súbita de algo a partir de uma experiência marcante

    Acción Popular = Ação Popular (Partido peruano)

    mascarillas = máscaras

    toque de queda = toque de recolher

    Balas de cristal = Balas de vidro

    Riesgos = Riscos

    olvidados = esquecidos

    poner agendas = definir agendas

    empezar = começar

    Marcha de los Cuatro Suyos = uma marcha que aconteceu  em 2000, seu nome é. inspirado nos nos quatro pontos cardeais do império inca. A  marcha foi um grande protesto popular contra a reeleição de Fujimori. Recentemente ocorreu uma marcha com o mesmo nome em homenagem à essa mobilização.

    Mercedes = gatinha revolucionária, nossa quinta integrante

    EZLN  = Exército Zapatista de Libertação Nacional (Ejército Zapatista de Liberación Nacional) movimento mexicano de esquerda  em sua maioria composto por indígenas no México 

    Música no início: Latinoamérica de Calle 13 

    Referências:

    BBC Brasil, O que há por trás da onda de protestos no Perú após impeachment de presidente, 15/11/2020  https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54946839

    El País -  Caso Ayotzinapa - os 43 Estudantes desaparecidos no México https://brasil.elpais.com/noticias/matanza-estudiantes-normalistas-iguala/

    Human Rights Watch, La Marcha de los Cuatro Suyos, 28 de julho, 2000, https://www.hrw.org/es/news/2000/07/28/la-marcha-de-los-cuatro-suyos

    Jornal El Mundo, Nicolas Maduro sobre la Crisis en Perú, 16/11/2020 https://www.elmundo.es/internacional/2020/11/16/5fb2a802fc6c8340248b4607.html

    Nueva sociedad. MENDOZA, Maria Sousa.  Perú: ¿de la indignación a una nueva Constitución?, julho, 2020

    https://nuso.org/articulo/peru-de-la-indignacion-una-nueva-constitucion/ 




    46 min
  • #6 Pílula - Nossos passos vêm de longe | Coletivos negros na pós-graduação, construção e resgate do nosso saber

    Na pílula de hoje vamos conversar com a Tamyres, Negros e Negras de CSO, e com o Rafael, coletivo Marlene Cunha, sobre a importância que a articulação entre estudantes negros na antropologia teve na trajetória delas. O Rafael também nos conta um pouco sobre a história da Marlene Cunha, uma antropóloga preta incrível que todo mundo deveria conhecer.

    O evento que divulgamos é o Negras Antropologias, que ocorrerá nos dias 24 e 25 de novembro e será transmitido pelo youtube. As informações completas sobre o evento você acha aqui o no @coletivozora.

    Pra saber mais sobre a Marlene Cunha recomendamos esse artigo: https://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/133686

    A citação do Clovis Moura do início da pílula vem desse texto aqui: https://www.marxists.org/portugues/moura/2001/mes/quilombagem.htm

    Mais informações sobre o coletivo Marlene Cunha é só procurar no Facebook o @coletivonegromuseunacional.

    37 min
  • EP #6 - A história não começa em 1988 | O marco temporal como negação do direito originário

    "Obviamente que os nossos povos anseiam a reafirmação do Indigenato, o direito originário, congênito sobre as nossas terras e territórios, contra a tese do marco temporal defendido pela bancada ruralista e forças contrárias aos nossos direitos fundamentais”  - APIB

    No episódio de hoje proseamos sobre um tema urgente: a votação do STF que decidirá sobre a tese do marco temporal. Para compreender melhor o que está em jogo nesse julgamento conversamos com a Juliana de Paula Batista, Advogada do Instituto Social Ambiental - ISA e com Daniel Ibêre, doutorando em Antropologia pelo PPGAS/UnB.

    No dia 22/10 o julgamento foi suspenso por tempo indeterminado, mas é essencial nos mantermos atentas!

    Os áudios utilizados no episódio foram retirados do documentário "Encantadas - Marcha das Mulheres Indígenas e Margaridas - Brasília 2019" realizado pela Caturra Digital Filmes, disponível no youtube.

    Campanha #MarcoTemporalNão!

    https://apiboficial.org/2020/10/21/carta-dos-povos-indigenas-aos-ministros-do-stf/

    Para entender um pouco mais a questão:

    https://apiboficial.org/2020/10/20/o-direito-originario-dos-povos-indigenas/

    https://cimi.org.br/2020/10/conheca-historia-povo-xokleng-centro-debate-direitos-indigenas-stf/

    https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/julgamento-historico-pode-definir-o-futuro-das-terras-indigenas-do-brasil

    45 min

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