Gil Jorge, autor de Mínimas, prepara seu segundo livro onde a regra continua sendo a concisão. Poeta concreto, ele une artes visuais e literatura em seu trabalho. Nesta conversa, fala dos caminhos que o trouxeram da noite paulistana até Paraty.
Gil Jorge, autor de Mínimas, prepara seu segundo livro onde a regra continua sendo a concisão. Poeta concreto, ele une artes visuais e literatura em seu trabalho. Nesta conversa, fala dos caminhos que o trouxeram da noite paulistana até Paraty.