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O convidado deste mês de junho nas Conversas do Farol é Ângelo Delgado.
Nascido em Lisboa, em 1981, é licenciado em Ciências da Comunicação, variante de Jornalismo, pela Universidade Autónoma de Lisboa.
Deu os seus primeiros passos no mundo da comunicação na rádio TSF e na imprensa escrita, colaborando com o Correio da Manhã e o Jornal Metro. Atualmente é copywriter, trabalhando com várias agências de publicidade e escritor.
Em 2020 publicou o seu primeiro livro, Sem Ofensa (edição Alma Letra), com ilustrações de Sofia Ayuso. Trata-se de um exercício de desconstrução de expressões racistas profundamente enraizadas na linguagem coloquial do dia a dia.
No início de 2026 estreou-se na ficção literária com o romance Foi o Preto (Oficina do Livro / Leya), já na sua 2.ª edição. Um romance passado no Portugal dos anos 90 que aborda temas como a discriminação, a injustiça social, o racismo, o colonialismo e as feridas deixadas pelos tempos coloniais. Uma obra construída a partir da inquietação, da dor e da necessidade urgente de dar voz ao que sente, vê e ouve, sempre ao abrigo da sua maior paixão: a literatura.
Ângelo Delgado descreve-se como alguém que escreve muito e em diversos formatos, e que lê ainda mais (eu diria compulsivamente).
É também um apaixonado por viagens, fascinado pelo universo do futebol e por Diego Armando Maradona. Gosta de música, cinema e de cozinhar, privilegiando sempre um bom prato de peixe. Apesar de admitir não ter grande jeito para o desenho, é um amante da arte e dos processos criativos.
De coração aberto ao mundo, sempre com um sorriso no rosto e disponível para uma boa conversa, este é um pequeno retrato do meu convidado e amigo, Ângelo Delgado.
Obrigado. Envia-nos um e-mail.
By David ArrozO convidado deste mês de junho nas Conversas do Farol é Ângelo Delgado.
Nascido em Lisboa, em 1981, é licenciado em Ciências da Comunicação, variante de Jornalismo, pela Universidade Autónoma de Lisboa.
Deu os seus primeiros passos no mundo da comunicação na rádio TSF e na imprensa escrita, colaborando com o Correio da Manhã e o Jornal Metro. Atualmente é copywriter, trabalhando com várias agências de publicidade e escritor.
Em 2020 publicou o seu primeiro livro, Sem Ofensa (edição Alma Letra), com ilustrações de Sofia Ayuso. Trata-se de um exercício de desconstrução de expressões racistas profundamente enraizadas na linguagem coloquial do dia a dia.
No início de 2026 estreou-se na ficção literária com o romance Foi o Preto (Oficina do Livro / Leya), já na sua 2.ª edição. Um romance passado no Portugal dos anos 90 que aborda temas como a discriminação, a injustiça social, o racismo, o colonialismo e as feridas deixadas pelos tempos coloniais. Uma obra construída a partir da inquietação, da dor e da necessidade urgente de dar voz ao que sente, vê e ouve, sempre ao abrigo da sua maior paixão: a literatura.
Ângelo Delgado descreve-se como alguém que escreve muito e em diversos formatos, e que lê ainda mais (eu diria compulsivamente).
É também um apaixonado por viagens, fascinado pelo universo do futebol e por Diego Armando Maradona. Gosta de música, cinema e de cozinhar, privilegiando sempre um bom prato de peixe. Apesar de admitir não ter grande jeito para o desenho, é um amante da arte e dos processos criativos.
De coração aberto ao mundo, sempre com um sorriso no rosto e disponível para uma boa conversa, este é um pequeno retrato do meu convidado e amigo, Ângelo Delgado.
Obrigado. Envia-nos um e-mail.