Moisés Marçal é um dos sobreviventes do 27 de Maio de 1977,em Angola, e esteve três anos no Campo da Calunda. Ali estariam 5.000 homens, 900 teriam sobrevivido. Uns “morreram a tiro”, outros “à fome”, outros quando tentavam “ir à lavra procurar mandioca”. O antigo militar faz hoje parte da direcção da Fundação 27 de Maio e vê como conquistas as medidas iniciadas e prometidas pelo governo, mas quer ver para crer.