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Este é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias!
Começamos pelo setor elétrico: o Brasil vive um paradoxo na gestão da matriz energética. Durante o dia, sobra eletricidade solar e eólica, mas à noite cresce o risco de apagões. Segundo Joísa Dutra, do FGV CERI, a falta de sincronia regulatória e de infraestrutura de transmissão gera sobrecustos e ameaça a segurança energética.
Na sequência, o trabalho infantil: após recuo histórico em 2023, o número de crianças e adolescentes ocupados subiu 2,1% em 2024, alcançando 1,65 milhão, de acordo com o IBGE. Para Marcelo Neri, diretor do FGV Social, a alta pode ser efeito colateral do aquecimento econômico, mas ainda exige políticas públicas eficazes.
E mais: o papel do Brasil na criação da ONU. Em 1945, uma delegação liderada por Pedro Leão Velloso e com a participação de Bertha Lutz ajudou a redigir a Carta da ONU. Para Pedro Brites, professor da FGV RI, o país foi ator-chave no pós-guerra e consolidou tradição diplomática que perdura até hoje.
👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, Globo Online, BBC nEWS
👉 Produção: Nícolas Queirós, Davi Afonso
Radar Drops é o resumo diário do FGV Notícias. Acesse: https://portal.fgv.br/noticias
O Radar Drops é gerado por IA. Pode haver inconsistências na pronúncia de algumas palavras.
By FGVEste é o Radar Drops, seu podcast diário de notícias!
Começamos pelo setor elétrico: o Brasil vive um paradoxo na gestão da matriz energética. Durante o dia, sobra eletricidade solar e eólica, mas à noite cresce o risco de apagões. Segundo Joísa Dutra, do FGV CERI, a falta de sincronia regulatória e de infraestrutura de transmissão gera sobrecustos e ameaça a segurança energética.
Na sequência, o trabalho infantil: após recuo histórico em 2023, o número de crianças e adolescentes ocupados subiu 2,1% em 2024, alcançando 1,65 milhão, de acordo com o IBGE. Para Marcelo Neri, diretor do FGV Social, a alta pode ser efeito colateral do aquecimento econômico, mas ainda exige políticas públicas eficazes.
E mais: o papel do Brasil na criação da ONU. Em 1945, uma delegação liderada por Pedro Leão Velloso e com a participação de Bertha Lutz ajudou a redigir a Carta da ONU. Para Pedro Brites, professor da FGV RI, o país foi ator-chave no pós-guerra e consolidou tradição diplomática que perdura até hoje.
👉 Créditos jornalísticos: Valor Econômico, Globo Online, BBC nEWS
👉 Produção: Nícolas Queirós, Davi Afonso
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