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Como previsto, os diferentes segmentos do mercado local foram atingidos pelas manifestações pacíficas do Sete de Setembro e, principalmente, pelos discursos de Bolsonaro em Brasília e em São Paulo, repetindo agendas velhas como as das urnas eletrônicas, já enterrada pelo Legislativo, e ataques deliberados com membros do STF, TSE e governadores.
Até aí, nenhuma novidade. Porém, o tom dado pelo PR foi acima do esperado e as repercussões se fizeram presentes, exploradas por todos os órgãos de imprensa e redes sociais. O maior prejudicado em tudo isso foi o Brasil. O CDS (credit default swap), uma espécie de seguro de risco contra o país, já tinha subido ontem e hoje foi além, negociado acima dos 177 pontos. A Bovespa, vitrine mais visível para todos, fechou em queda de quase 4% e ficou próxima de perder o patamar de 113.000 pontos. O dólar chegou a vazar a casa de R$ 5,30 e juros em alta. Aliás, as projeções de Selic para a reunião de 21/09 já começam a se mover para alta de 1,25%.
Bem verdade que o exterior não ajudou ontem, com quedas dos principais mercados e também na sessão de hoje, com renovadas preocupações com a covid-19, a variante Delta e os reflexos sobre a recuperação econômica global. Na China, as vendas de carros encolheram pelo terceiro mês seguido em agosto, basicamente pela escassez de chips. Mas o país prometeu estabilizar expectativas de mercado e combater monopólios.
By Banco ModalComo previsto, os diferentes segmentos do mercado local foram atingidos pelas manifestações pacíficas do Sete de Setembro e, principalmente, pelos discursos de Bolsonaro em Brasília e em São Paulo, repetindo agendas velhas como as das urnas eletrônicas, já enterrada pelo Legislativo, e ataques deliberados com membros do STF, TSE e governadores.
Até aí, nenhuma novidade. Porém, o tom dado pelo PR foi acima do esperado e as repercussões se fizeram presentes, exploradas por todos os órgãos de imprensa e redes sociais. O maior prejudicado em tudo isso foi o Brasil. O CDS (credit default swap), uma espécie de seguro de risco contra o país, já tinha subido ontem e hoje foi além, negociado acima dos 177 pontos. A Bovespa, vitrine mais visível para todos, fechou em queda de quase 4% e ficou próxima de perder o patamar de 113.000 pontos. O dólar chegou a vazar a casa de R$ 5,30 e juros em alta. Aliás, as projeções de Selic para a reunião de 21/09 já começam a se mover para alta de 1,25%.
Bem verdade que o exterior não ajudou ontem, com quedas dos principais mercados e também na sessão de hoje, com renovadas preocupações com a covid-19, a variante Delta e os reflexos sobre a recuperação econômica global. Na China, as vendas de carros encolheram pelo terceiro mês seguido em agosto, basicamente pela escassez de chips. Mas o país prometeu estabilizar expectativas de mercado e combater monopólios.