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Deboche Mode Hard 001 | O Direito Internacional Público morreu.
Neste episódio inaugural do Deboche Mode Hard, o Beck estreia sem persona, sem verniz e quase sem roteiro. Aqui não tem conforto intelectual, nem diplomacia de PowerPoint. Tem crônica geopolítica, cinismo bem aplicado e deboche em estado bruto.
Partindo da captura de Nicolás Maduro pelos EUA no início de 2026, o episódio sustenta uma tese simples e inconveniente: o Direito Internacional Público não entrou em crise — ele morreu. E o atestado de óbito foi assinado por quem tem mais porta-aviões.
Ao longo do episódio, Beck mistura memória pessoal (Model UN, vocação diplomática abortada, Direito no lugar de RI), análise geopolítica sem anestesia e comparações incômodas: Venezuela, EUA, China, Rússia, Europa, Colômbia, Brasil, OTAN, Bretton Woods, dólar, poder bruto e a fantasia civilizatória das “regras do jogo”.
Se tratado internacional resolvesse alguma coisa contra superpotência, esse episódio não existiria. Mas existe. E é longo. Mais longo do que os próximos. Porque é o primeiro. Porque o mundo mudou. E porque fingir normalidade virou mau-caratismo analítico.
⚠️ Avisos importantes:
— Episódio mais longo que o padrão do programa
— Linguagem explícita, cinismo e deboche em escala industrial
— Não recomendado para quem ainda acredita que a ordem mundial funciona por consenso
Produção independente da Beck Room Studios com edição e mixagem por Thiago Cury da Calamar Áudio.
Quer ajudar a produtora?! Então, você pode através do endereço PIX: [email protected] .
Ouça, discorde, critique — mas não diga que não foi avisado.
By Beck Room StudiosDeboche Mode Hard 001 | O Direito Internacional Público morreu.
Neste episódio inaugural do Deboche Mode Hard, o Beck estreia sem persona, sem verniz e quase sem roteiro. Aqui não tem conforto intelectual, nem diplomacia de PowerPoint. Tem crônica geopolítica, cinismo bem aplicado e deboche em estado bruto.
Partindo da captura de Nicolás Maduro pelos EUA no início de 2026, o episódio sustenta uma tese simples e inconveniente: o Direito Internacional Público não entrou em crise — ele morreu. E o atestado de óbito foi assinado por quem tem mais porta-aviões.
Ao longo do episódio, Beck mistura memória pessoal (Model UN, vocação diplomática abortada, Direito no lugar de RI), análise geopolítica sem anestesia e comparações incômodas: Venezuela, EUA, China, Rússia, Europa, Colômbia, Brasil, OTAN, Bretton Woods, dólar, poder bruto e a fantasia civilizatória das “regras do jogo”.
Se tratado internacional resolvesse alguma coisa contra superpotência, esse episódio não existiria. Mas existe. E é longo. Mais longo do que os próximos. Porque é o primeiro. Porque o mundo mudou. E porque fingir normalidade virou mau-caratismo analítico.
⚠️ Avisos importantes:
— Episódio mais longo que o padrão do programa
— Linguagem explícita, cinismo e deboche em escala industrial
— Não recomendado para quem ainda acredita que a ordem mundial funciona por consenso
Produção independente da Beck Room Studios com edição e mixagem por Thiago Cury da Calamar Áudio.
Quer ajudar a produtora?! Então, você pode através do endereço PIX: [email protected] .
Ouça, discorde, critique — mas não diga que não foi avisado.