Dei uns tropeços, perdi os passos, larguei laços e encontrei me no desenlace. O poema retrata a procura do que nunca esteve disponível e a realização do significado da reciprocidade. Não faz mal amar, nunca o faças sozinho. Não faz mal dar a mão, nunca deixes que a cortem.
Amor que se da aos outros é o que tens de sobra, nunca o dês de graça.