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Já notou como a pressa virou regra e o silêncio virou ameaça? Partimos de relatos reais de esgotamento após a conquista para investigar por que o “agora” seduz, vicia e cobra um preço alto da saúde mental. Conversamos sobre como a cultura do time is money molda hábitos, por que reforçar só o pensamento rápido enfraquece a reflexão e de que forma micro-recompensas digitais treinam a impaciência até na fila do café.
Trazemos a lente de Daniel Kahneman para entender os sistemas do cérebro e conectamos com pesquisas sobre dopamina e condicionamento: estímulos imediatos prometem prazer, mas entregam dependência, ansiedade e apatia. Discutimos o desconforto com o silêncio, da sala de concerto a um estádio quase mudo, e como pausas conscientes revelam cansaços, perguntas e alegrias adiadas. Em vez de demonizar tecnologia, propomos recuperar presença com escolhas simples: uma tarefa de cada vez, limites para notificações, rituais de descanso e espaços sem tela para ouvir o corpo e a mente.
Também revisitamos ideias de sentido e propósito, lembrando que viver só por metas cria o vazio pós-conquista. Quando tudo é urgente, nada é profundo; e sem profundidade, não há estabilidade emocional. O convite é trocar velocidade por presença, redefinir prioridades e adotar um ritmo que não destrua por dentro. Se você sente culpa ao descansar ou acha que está sempre atrasado, essa conversa oferece linguagem, ferramentas e coragem para desacelerar com intenção.
Se a mensagem tocou você, siga o podcast, compartilhe com alguém que precisa respirar melhor e deixe sua avaliação no app. Qual pausa você vai escolher hoje?
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By Clecio AlmeidaSend us a text
Já notou como a pressa virou regra e o silêncio virou ameaça? Partimos de relatos reais de esgotamento após a conquista para investigar por que o “agora” seduz, vicia e cobra um preço alto da saúde mental. Conversamos sobre como a cultura do time is money molda hábitos, por que reforçar só o pensamento rápido enfraquece a reflexão e de que forma micro-recompensas digitais treinam a impaciência até na fila do café.
Trazemos a lente de Daniel Kahneman para entender os sistemas do cérebro e conectamos com pesquisas sobre dopamina e condicionamento: estímulos imediatos prometem prazer, mas entregam dependência, ansiedade e apatia. Discutimos o desconforto com o silêncio, da sala de concerto a um estádio quase mudo, e como pausas conscientes revelam cansaços, perguntas e alegrias adiadas. Em vez de demonizar tecnologia, propomos recuperar presença com escolhas simples: uma tarefa de cada vez, limites para notificações, rituais de descanso e espaços sem tela para ouvir o corpo e a mente.
Também revisitamos ideias de sentido e propósito, lembrando que viver só por metas cria o vazio pós-conquista. Quando tudo é urgente, nada é profundo; e sem profundidade, não há estabilidade emocional. O convite é trocar velocidade por presença, redefinir prioridades e adotar um ritmo que não destrua por dentro. Se você sente culpa ao descansar ou acha que está sempre atrasado, essa conversa oferece linguagem, ferramentas e coragem para desacelerar com intenção.
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