1 Coríntios 3
O apóstolo prossegue ratificando não necessitar recomendar-se à igreja que fundou (1-6).
Estabelece a superioridade do ministério da gloriosa nova aliança, em oposição à desvanecente lei mosaica (7-18).
1 Coríntios 4
Paulo argumenta termos tesouros em vasos de barro, e incentiva a vivermos sustentados por aquilo que é glorioso, divino e eterno (1-18).
1 Coríntios 5
Ensina a vivermos aguardando a habitação celestial, a esperarmos a justiça de Cristo e a nos incumbir do ministério que reconcilia os homens com Deus (1-21).