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Este é um episódio especial do Tempo Voa, o único de 2025. Aproveite :)
Partindo de uma teoria de Jung sobre o conflito entre desejar e temer, este episódio fala sobre os momentos em que a gente recua justamente quando chega perto do que mais quer. Não como sabotagem, mas como um mecanismo antigo de proteção da psique.
Depois de um ano sem novos episódios, mesmo com público, reconhecimento e patrocínio garantidos, eu olho para esse não feito com honestidade. O Tempo Voa não voltou antes porque eu não estava pronta. O medo apareceu disfarçado de exigência excessiva, de insatisfação constante, de controle. E enquanto isso, outras coisas nasceram. Porque faltar em um lugar também abre espaço em outros.
Esse episódio nasce como uma forma de fazer as pazes com o que faltou. De reconhecer o que foi possível, de entender o que não foi, e de devolver tempo ao tempo.
O encontro com Maria Helena Pessoa de Queiroz foi o empurrão final. Ao anunciar que não realizaria o evento mais esperado de sua marca, ela escreveu uma carta profunda sobre tempo, escolha e presença. Aquilo destravou algo em mim. E virou conversa. Sobre o não feito, sobre coragem, e sobre o espaço que se abre quando a gente aceita.
Roteiro e produção: Naná Feller
Captação de som e imagem: Camila Becker
Montagem e sonoplastia: Pedro Janczur
Identidade visual: Giungla
Apoio: Zissou
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By Naná FellerEste é um episódio especial do Tempo Voa, o único de 2025. Aproveite :)
Partindo de uma teoria de Jung sobre o conflito entre desejar e temer, este episódio fala sobre os momentos em que a gente recua justamente quando chega perto do que mais quer. Não como sabotagem, mas como um mecanismo antigo de proteção da psique.
Depois de um ano sem novos episódios, mesmo com público, reconhecimento e patrocínio garantidos, eu olho para esse não feito com honestidade. O Tempo Voa não voltou antes porque eu não estava pronta. O medo apareceu disfarçado de exigência excessiva, de insatisfação constante, de controle. E enquanto isso, outras coisas nasceram. Porque faltar em um lugar também abre espaço em outros.
Esse episódio nasce como uma forma de fazer as pazes com o que faltou. De reconhecer o que foi possível, de entender o que não foi, e de devolver tempo ao tempo.
O encontro com Maria Helena Pessoa de Queiroz foi o empurrão final. Ao anunciar que não realizaria o evento mais esperado de sua marca, ela escreveu uma carta profunda sobre tempo, escolha e presença. Aquilo destravou algo em mim. E virou conversa. Sobre o não feito, sobre coragem, e sobre o espaço que se abre quando a gente aceita.
Roteiro e produção: Naná Feller
Captação de som e imagem: Camila Becker
Montagem e sonoplastia: Pedro Janczur
Identidade visual: Giungla
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