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Ontem foi dia de a Bovespa pesar e só não foi pior em função da performance das ações da Petrobras, seguindo alta do óleo no mercado internacional. Chegamos a perder o patamar importante de 115.000 pontos do Ibovespa, para fechar com queda de 0,96%, e índice em 115.062 pontos. O dólar fechou com queda e cotado a R$ 5,24, mas durante a sessão vazou R$ 5,27. Os mercados americanos encerraram o dia com boas altas e Europa também.
Hoje, mercados da Ásia terminaram o dia com quedas e destaque para Xangai com -1,34%, Europa com altas neste início de manhã e tentando manter recuperação consistente. Futuros do mercado americano com pequenas perdas. Aqui, seguimos na toada de não perder o patamar de 115.000 pontos do Ibovespa e os 112.000 (zonas de suporte gráfico), bom mesmo só quando voltar a passar a zona de 118.000 pontos e tentar buscar 121.000.
Investidores da Ásia preocupados com a incorporadora Evergrande que não vai pagar parcelas de empréstimos e temor com o aumento da regulação na China. Aqui, preocupação com o quadro fiscal e medidas populistas eleitoreiras, e permeando tudo isso a variante delta do covid-19 e desaceleração global.
By Banco ModalOntem foi dia de a Bovespa pesar e só não foi pior em função da performance das ações da Petrobras, seguindo alta do óleo no mercado internacional. Chegamos a perder o patamar importante de 115.000 pontos do Ibovespa, para fechar com queda de 0,96%, e índice em 115.062 pontos. O dólar fechou com queda e cotado a R$ 5,24, mas durante a sessão vazou R$ 5,27. Os mercados americanos encerraram o dia com boas altas e Europa também.
Hoje, mercados da Ásia terminaram o dia com quedas e destaque para Xangai com -1,34%, Europa com altas neste início de manhã e tentando manter recuperação consistente. Futuros do mercado americano com pequenas perdas. Aqui, seguimos na toada de não perder o patamar de 115.000 pontos do Ibovespa e os 112.000 (zonas de suporte gráfico), bom mesmo só quando voltar a passar a zona de 118.000 pontos e tentar buscar 121.000.
Investidores da Ásia preocupados com a incorporadora Evergrande que não vai pagar parcelas de empréstimos e temor com o aumento da regulação na China. Aqui, preocupação com o quadro fiscal e medidas populistas eleitoreiras, e permeando tudo isso a variante delta do covid-19 e desaceleração global.