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Nos três discursos que fez na Assembleia Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro repetiu um roteiro que dá pistas sobre sua ideia de política externa: abordagem econômico-financeira das questões amazônica e indígena; privatização como entrada no mercado internacional; inserção no sistema ONU pelas missões de paz e acolhimento de refugiados; condenação ao socialismo, em especial ao venezuelano. Tudo isso, principalmente na fala deste ano, subordinado à agenda da política doméstica e do público interno voltado para valores conservadores como família tradicional, cristianismo e liberdade individual. Contudo, essa linha-mestra brasileira diverge das propostas das Nações Unidas, expressas pelo secretário geral, Antonio Guterres, pelos seis desafios a serem enfrentados pela cooperação internacional. Ouça o boletim Vasto Mundo de 21 de setembro para a rádio Super 91,7 FM e jornal O TEMPO (www.otempo.com.br)
By Frederico DubocNos três discursos que fez na Assembleia Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro repetiu um roteiro que dá pistas sobre sua ideia de política externa: abordagem econômico-financeira das questões amazônica e indígena; privatização como entrada no mercado internacional; inserção no sistema ONU pelas missões de paz e acolhimento de refugiados; condenação ao socialismo, em especial ao venezuelano. Tudo isso, principalmente na fala deste ano, subordinado à agenda da política doméstica e do público interno voltado para valores conservadores como família tradicional, cristianismo e liberdade individual. Contudo, essa linha-mestra brasileira diverge das propostas das Nações Unidas, expressas pelo secretário geral, Antonio Guterres, pelos seis desafios a serem enfrentados pela cooperação internacional. Ouça o boletim Vasto Mundo de 21 de setembro para a rádio Super 91,7 FM e jornal O TEMPO (www.otempo.com.br)