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Num mundo cada vez mais interconectado, capaz de se relacionar com diferentes sistemas educativos em simultâneo, através da internet e das redes sociais, a internacionalização das escolas começou a ser vista como uma necessidade para preparar os alunos para os desafios do futuro.
Nesse contexto, os projetos Erasmus + desempenham um papel crucial, oferecendo oportunidades únicas de intercâmbio cultural, acadêmico, profissional, formal e não formal.
Defende ele que as crianças não são adultas, mas são
Não é por acaso que a etimologia grega da palavra “escola” (“scholé” ou σχολή, que nos chegou através do latim “schola”) a associa a um lugar ou tempo de lazer e recreio, pois o estudo, a reflexão, o convívio no sentido da transmissão ou troca de conhecimentos e ideias, estavam associados a pessoas de um estatuto social e económico privilegiado. A par disso, os gregos do período clássico não se preocupavam especialmente no ensino da sua cultura aos povos exteriores à Hélade, mesmo que sob o seu domínio, ao contrário dos romanos que faziam tudo por espalhar a sua, com destaque para a língua, que faziam ensinar a todos os habitantes dos territórios conquistados pelas legiões romanas.
Perante uma comunidade escolar cada vez mais heterogénea, é crucial ressaltar que a implementação eficaz de práticas inclusivas requer um comprometimento contínuo e uma abordagem flexível por parte dos docentes. A reflexão constante sobre as próprias práticas, a procura incessante por formação adicional e a colaboração com colegas são elementos-chave para criar ambientes inclusivos que atendam às necessidades variadas dos alunos.
E ninguém presente no dito debate teve a capacidade ou coragem, talvez em nome de uma convivência pacífica (o representante dos dirigentes escolares e o professor que ali estavam) e potenciais exclusivos na divulgação de futuros estudos (quem moderou o debate), de dizer que o que estava a ser afirmado era falso, em termos factuais, e hipócrita, em termos de coerência política ou pessoal.
Evidenciaremos a URGÊNCIA de TEMPO PARA SER! Tempo para ser professores. Tempo para sonhar! Tempo para envolver e chamar a participar! Tempo para a relação! Tempo para aprender e acomodar! Tempo para dar e colaborar! E, neste aspeto crucial, abordaremos o processo de avaliação docente, o excesso de tarefas administrativas, o currículo, a organização escolar, a diferenciação pedagógica e a inclusão. E mesmo antes de colocar o olhar no futuro falaremos de EQUIDADE! Por fim, abordaremos os desafios do porvir!
Não sou nenhum Velho do Restelo e reconheço que são muitas as vantagens das novas tecnologias e das redes sociais, nomeadamente o acesso rápido e fácil a uma vasta quantidade de informação ou a facilidade com que os jovens podem contactar com pessoas de diferentes partes do mundo, compartilhando ideias e perspetivas únicas. Também sei que as novas tecnologias oferecem ferramentas interativas e interessantes que podem tornar o processo de aprendizagem mais dinâmico e estimulante e que as redes sociais proporcionam uma oportunidade única de colaboração e aprendizagem social.
Quando nos apaixonamos, queríamos ir para uma ilha deserta, só os dois. Prometemos estar sempre um para o outro… e estávamos. Mas, um dia, eu deixei de estar. Acabei o curso e experimentei dar aulas. Foi a descoberta de uma outra paixão. Envolvi-me de tal modo no ensino, dediquei-me tanto aos alunos e à escola, esforcei-me tanto para preparar aulas giras e interessantes, trabalhei tanto em casa, de noite e aos fins de semana … que não restava muita energia nem muito tempo para ti. Para nós.
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