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A partir do fim de 2019, acompanhamos durante meses as manifestações populares no Chile. Milhares de pessoas foram às ruas para reivindicar direitos trabalhistas e de acesso à educação e saúde. Como resultado, em outubro de 2020 ocorreu o primeiro plebiscito com o objetivo de consultar a população chilena sobre a necessidade de uma nova constituição. Houve a participação de aproximadamente 78% dos eleitores, um marco histórico para um país em que o voto não é obrigatório.
Para o convidado da semana, professor Lucas Mesquita, “isso mostra o descontentamento e uma necessidade de alteração do estado chileno, apoiado pela sua população”. Outro marco histórico está na formação da Assembleia designada para a elaboração da nova constituinte, com uma composição marcada por garantir a paridade de representação entre homens e mulheres e a representação dos povos originários chilenos.
No ¿Qué pasa? de hoje, o bate-papo começa com o contexto histórico do Chile, o início das manifestações populares, passando pela influência norte-americana no país e também as estruturas do estado e dos direitos existentes, ainda atreladas ao governo ditatorial de Pinochet.
Diante de toda a discussão, será que a nova constituição vai promover uma mudança radical no país, levando-o de um estado mínimo para um estado de bem-estar social?
Acompanhe o episódio e ouça as reflexões sobre o tema.
Lucas Ribeiro Mesquita: http://lattes.cnpq.br/3728260462635206
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By UNILAA partir do fim de 2019, acompanhamos durante meses as manifestações populares no Chile. Milhares de pessoas foram às ruas para reivindicar direitos trabalhistas e de acesso à educação e saúde. Como resultado, em outubro de 2020 ocorreu o primeiro plebiscito com o objetivo de consultar a população chilena sobre a necessidade de uma nova constituição. Houve a participação de aproximadamente 78% dos eleitores, um marco histórico para um país em que o voto não é obrigatório.
Para o convidado da semana, professor Lucas Mesquita, “isso mostra o descontentamento e uma necessidade de alteração do estado chileno, apoiado pela sua população”. Outro marco histórico está na formação da Assembleia designada para a elaboração da nova constituinte, com uma composição marcada por garantir a paridade de representação entre homens e mulheres e a representação dos povos originários chilenos.
No ¿Qué pasa? de hoje, o bate-papo começa com o contexto histórico do Chile, o início das manifestações populares, passando pela influência norte-americana no país e também as estruturas do estado e dos direitos existentes, ainda atreladas ao governo ditatorial de Pinochet.
Diante de toda a discussão, será que a nova constituição vai promover uma mudança radical no país, levando-o de um estado mínimo para um estado de bem-estar social?
Acompanhe o episódio e ouça as reflexões sobre o tema.
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