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Todos os dados do PACIENTE são atribuídos por médicos que atendem vários outros pacientes em diferentes clínicas e hospitais. Mas os dados clínicos de uma pessoa não deveriam estar em sua posse? Por outro lado, diversos comportamentos causam sintomas e doenças ao longo do tempo. Da mesma forma, o cuidado ao longo do tempo gera benefícios à saúde. Diferentes experiências geram diferentes níveis de complexidade para cada pessoa. Mesmo coisas, supostamente simples para a maioria das pessoas, pode ser algo extremamente complexo: como a hidratação de um atleta em busca de uma medalha olímpica, ou a alimentação de um recém-nascido, em que minutos podem fazer a diferença entre a vida e a morte.
Quando uma pessoa pensa em comer é porque está com fome. Não pensa no impacto fisiológico no seu corpo, assim como não pensamos nas palavras, a nossa inteligência não nos permite pensar nas sinapses necessárias para gerar palavras. Sempre que possível observamos no mais alto nível de abstração, guiados pela lei do menor esforço. Mas quando sentimos alguma dificuldade, descemos aos níveis mais baixos para tentar entender o problema e procurar uma solução, por exemplo, porque nos falta energia, ou porque estamos sentindo algum desconforto, ou dor em alguma parte do corpo.
O PACIENTE é propagado em todos os médicos que o trataram ao longo da sua vida. Mas agora esse mesmo PACIENTE pode centralizar todas as suas informações que não são dele, são dos médicos que o analisaram. Observar esse aspecto é essencial para perceber a redução da complexidade do sistema e ao mesmo tempo manter a integridade dos dados. A base de conhecimento de uma pessoa pode ser do mesmo tamanho que a de um médico especialista. Do paciente: é grande porque tem todos os eventos da sua vida relacionados à sua saúde. Do médico: porque tem todos os eventos de pacientes que já tiveram determinada doença em algum momento. Por outro lado, mais um paciente na base de conhecimento pode alterar os resultados dos algoritmos, como a última gota que faz a água transbordar no copo.
Surge a necessidade de sintetizar, criando uma base de conhecimento específica para realizar o diagnóstico momentâneo que colete todas as informações necessárias do paciente e dos mapas dos especialistas, sugira uma hipótese diagnóstica e seja eliminada, sem primeiro devolver as informações novas e relevantes ao pacientes, registrando esta consulta, e da mesma forma, possibilitando ao especialista gerar novas análises a partir desses novos casos clínicos, que futuramente poderão fazer parte das bases de conhecimento de outros diagnósticos determinados. Agora imagine, milhões de pacientes, com milhares de médicos, dentro de um cenário de 10 mil doenças catalogadas que listam mais de 5 mil sintomas, não parece ESTRANHO.

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