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doutor e3


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Tudo é recorrente, os ciclos se fecham em diferentes unidades de tempo: segundos, para a resposta facial numa conversa; minutos para a próxima respiração, horas para dormir; dias para comer; anos para aprender; e uma vida para viver. A complexidade do sistema não pode ser mensurada, mas o fato é que não há possibilidade de fornecer suporte diagnóstico médico de qualidade com dados de PACIENTES perdidos em bases de dados institucionais, onde são apenas um registro de um conjunto de tabelas e relacionamentos. O Futuro da IA ​​está na previsão de arestas: BiTemporalidade é um conceito importante, precisamos sempre saber o estado atual do paciente, esta é a PRIMEIRA DIMENSÃO; também precisamos saber como era o quadro clínico dele anteriormente, então a SEGUNDA DIMENSÃO é uma volta no tempo. Nesse sentido, com a máquina do tempo à nossa disposição, podemos realizar análises transversais para identificar a evolução de um determinado comportamento ou sintoma físico. Devido ao grande volume de informações e ao alto fluxo de dados, os algoritmos mais complexos ficam restritos a serem aplicados previamente no momento da análise clínica. Por esse motivo, é possível utilizar a mesma estrutura de armazenamento temporal para colocar os resultados do processamento desses algoritmos em tags diretamente nas bases de conhecimento, identificando comportamentos de casos clínicos anteriores. Por exemplo, criamos um nó para relacionar dois ou três sintomas (agrupamento) e ligá-los diretamente à doença com a respectiva probabilidade. Portanto, caso um paciente apresente esses sintomas, podemos realizar uma consulta complementar sobre os sintomas que levariam a uma determinada hipótese diagnóstica. Com esses filtros inteligentes é possível criar formulários dinâmicos para navegar por 50 conceitos dentro de um universo de 50 mil, com pelo menos 500 mil relacionamentos. Mesmo para grandes especialistas não seria possível verificar todas essas possibilidades devido ao aumento significativo de tecnologias que geram cada vez mais informações clínicas. Não se trata mais de conhecimento ou inteligência, o limite passa a ser a capacidade de processamento do cérebro humano. Outro aspecto é que situações diferentes geram necessidades diferentes. Portanto, quanto mais específico for o diagnóstico, mais distante ele estará dos sintomas mais comuns. Há um limite para o quanto um paciente sabe sobre sua situação, ele pode saber sobre seu cansaço. Mas não estudou a vida toda para saber que existe um problema congênito no seu ventrículo esquerdo sem o apoio de um especialista. Dessa forma, o diagnóstico migra alguns conceitos da base de conhecimento do PACIENTE para o universo distinto do especialista com mais 50 mil conceitos. Agora imagine ser chamado para uma consulta porque um especialista não gostou do resultado de alguns de seus exames. Aqui podemos sair do universo da doença diagnosticada e entrar no LOOP da saúde preventiva.

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