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Uma das maiores questões para Teologia foi explicar “como pode Deus ser bom e ter agido como agiu no Antigo Testamento? Agostinho tardou em se converter verdadeiramente porque não conseguia “aceitar” Deus como apresentado no Antigo Testamento. Há muitas explicações teológicas para essa questão: umas passam por separar “o Deus da Lei e o Deus da Graça”; outras caminham pelo tecnicismo burocrático de uma análise sócio-histórico (uma questão de linguagem e cultura; há ainda muitas explicações emotivas e afetivas (centradas nos sentimentos de cada indivíduo.
A questão é que já temos nossas próprias configurações do que é SER BOM e tentamos explicar e compreender a bondade de Deus a partir disso. Eu proponho conhecer a bondade de Deus por outro caminho. Pela via da RELAÇÃO, do AMOR. A Teologia, a História, Filosofia e, até os afetos são carregados de pressupostos, mas numa relação de amor tudo isso fica em instâncias inferiores. A lição traça um caminho muito interessante. Em outras palavras, o autor nos apresenta a possibilidade de conhecer (ter consciência) os propósitos de Deus, o seu perdão e sua entrega através da oração. Veja, vamos considerar a oração como um “meio” para conhecer o caráter de Deus (seus propósitos, seu perdão e sua entrega).
A grande questão não é encontrarmos uma forma para equacionar “o Deus” do Velho e do Novo Testamento, em ter respostas para explicar o problema do mal e de certas “atitudes de Deus narradas no Antigo Testamento. Podemos deixar isso para os momentos teológicos e filosóficos (que pode até ser dentro de nossa Igreja também, por que não?). Mas, quando entendemos a importância de conhecer a Deus, de andar com Deus, não nos contentamos mais num relacionamento apenas de ouvir falar (Jó 42:1-5). A maior de todas as heresias sobre oração é continuarmos achando que ela tem poder para fazer o Deus atender nossos desejos. A oração, na verdade, nos dá a oportunidade descobrimos o caráter de Deus, marcado pela bondade e o amor. Isso está na relação que nos mostra seu propósito, perdão e entrega. Quando entendemos que oração é isso, relacionar-se com O Criador e Salvador não perdemos tanto tempo pedindo coisas e reclamando de tudo e todos, passamos momentos únicos com Ele, passamos a perceber os pensamentos mais profundos que não sabemos, passamos a ter a dimensão do que Ele fez e continua fazendo por nós, isso tudo e muito mais nos enche de gratidão e paz; da fé, esperança e o amor, para que depois do amém possamos ver tudo o que experimentamos durante a oração no dia a dia.
By Equipe IBCNIUma das maiores questões para Teologia foi explicar “como pode Deus ser bom e ter agido como agiu no Antigo Testamento? Agostinho tardou em se converter verdadeiramente porque não conseguia “aceitar” Deus como apresentado no Antigo Testamento. Há muitas explicações teológicas para essa questão: umas passam por separar “o Deus da Lei e o Deus da Graça”; outras caminham pelo tecnicismo burocrático de uma análise sócio-histórico (uma questão de linguagem e cultura; há ainda muitas explicações emotivas e afetivas (centradas nos sentimentos de cada indivíduo.
A questão é que já temos nossas próprias configurações do que é SER BOM e tentamos explicar e compreender a bondade de Deus a partir disso. Eu proponho conhecer a bondade de Deus por outro caminho. Pela via da RELAÇÃO, do AMOR. A Teologia, a História, Filosofia e, até os afetos são carregados de pressupostos, mas numa relação de amor tudo isso fica em instâncias inferiores. A lição traça um caminho muito interessante. Em outras palavras, o autor nos apresenta a possibilidade de conhecer (ter consciência) os propósitos de Deus, o seu perdão e sua entrega através da oração. Veja, vamos considerar a oração como um “meio” para conhecer o caráter de Deus (seus propósitos, seu perdão e sua entrega).
A grande questão não é encontrarmos uma forma para equacionar “o Deus” do Velho e do Novo Testamento, em ter respostas para explicar o problema do mal e de certas “atitudes de Deus narradas no Antigo Testamento. Podemos deixar isso para os momentos teológicos e filosóficos (que pode até ser dentro de nossa Igreja também, por que não?). Mas, quando entendemos a importância de conhecer a Deus, de andar com Deus, não nos contentamos mais num relacionamento apenas de ouvir falar (Jó 42:1-5). A maior de todas as heresias sobre oração é continuarmos achando que ela tem poder para fazer o Deus atender nossos desejos. A oração, na verdade, nos dá a oportunidade descobrimos o caráter de Deus, marcado pela bondade e o amor. Isso está na relação que nos mostra seu propósito, perdão e entrega. Quando entendemos que oração é isso, relacionar-se com O Criador e Salvador não perdemos tanto tempo pedindo coisas e reclamando de tudo e todos, passamos momentos únicos com Ele, passamos a perceber os pensamentos mais profundos que não sabemos, passamos a ter a dimensão do que Ele fez e continua fazendo por nós, isso tudo e muito mais nos enche de gratidão e paz; da fé, esperança e o amor, para que depois do amém possamos ver tudo o que experimentamos durante a oração no dia a dia.