Behavioristas, behavioristas everywhere!
Não poderia ser diferente com a economia, né mores?!
Você sabia que alguns economistas propuseram definir economia como “ciência da ação humana”? E que Keller (1984) chegou a propor o termo “praxeologia” (que hoje designa uma abordagem no campo da economia) como alternativa a “behaviorismo”? E que um psicólogo já ganhou um Nobel em economia?
Mas o que a análise do comportamento contemporânea teria a dizer sobre temas da economia?
De acordo com Franceschini & Ferreira (2012, p. 317):
“Nos últimos dois séculos, a aproximação e o afastamento entre Psicologia e Economia foram guiados por tentativas de se medir a Utilidade, ou 'prazer'. A recente retomada dos esforços interdisciplinares foi gestada por críticas internas ao campo econômico sobre a premissa de racionalidade humana e a falta de precisão na previsão de eventos econômicos. Pesquisas em Economia Comportamental dentro da Análise do Comportamento tendem a versar sobre elasticidade de demanda, curvas de desconto, modelos abertos ou fechados e substituição entre diferentes bens. O diálogo entre Economia e AC pode beneficiar-se de esforços para comprovar a generalidade dos dados obtidos em laboratórios animais.”
Economia comportamental seria, então, uma área da análise do comportamento? Seria uma tentativa de aplicar a AC para analisar fenômenos econômicos? As duas coisas?
Boteco Behaviorista #41 - Economia Comportamental
Ana Carolina Trousdell Franceschini
Cândido Pessoa
César Antonio Alves da Rocha
Diogo Seco
Felipe Epaminondas
Marcela Ortolan