No cotidiano da vida, costumamos comprar a nossa vida, junto com nossas conquistas e perdas, à vida do outro junto com as conquistas e perdas do outro.Mas qual resultado temos desta prática?Nossos missionários partilham sobre a experiência de se medir com a régua do outro, e vice versa. Até que ponto ter como referência o outro ou ideais abstratos nos permitem viver autonomamente?