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Por que tantos homens têm dificuldade de cuidar de si? Por que pedir ajuda ainda parece sinal de fraqueza? E o que acontece quando um homem passa a vida inteira tentando resolver tudo sozinho?
Neste episódio do Empatados, Wesley Pires e Arthur Abner recebem Felipe Paes, psicólogo formado pela USP, pós-graduado em Psicologia Organizacional e Gestão de Pessoas e fundador da Igara, plataforma especializada em saúde mental masculina, para uma conversa sobre masculinidade, autocuidado, terapia e as dificuldades que muitos homens enfrentam para reconhecer e cuidar da própria saúde mental.
Felipe conta como a convivência com mais de 20 homens durante a faculdade despertou seu interesse pelas questões da masculinidade e fala sobre o caminho até a criação da Igara. Ao longo da conversa, também discutimos a dificuldade masculina de pedir ajuda, a terceirização do cuidado para as mulheres, os desafios de começar e manter um processo terapêutico e o que acontece quando os homens assumem responsabilidade pelo próprio cuidado.
O episódio também mergulha em um dos grandes debates sobre masculinidade na internet: a machosfera e os discursos Red Pill. Felipe explica por que esse tipo de conteúdo consegue atrair homens jovens em busca de pertencimento, confiança e respostas para suas inseguranças, além de discutir como criar espaços de diálogo sem afastar quem já está inserido nesses discursos.
Ao longo da conversa, também discutimos:
• Por que homens têm tanta dificuldade de pedir ajuda.
• A relação entre masculinidade e saúde mental.
• Como a educação masculina influencia o autocuidado.
• A chamada terceirização do cuidado nas relações.• Por que alguns homens abandonam a terapia.
• O que a machosfera e a Red Pill oferecem aos homens.
• Como o autocuidado pode transformar a relação com o outro.
• Vulnerabilidade, responsabilidade e novas formas de viver a masculinidade.
Um episódio sobre saúde mental masculina, autocuidado e a importância de construir uma masculinidade que não precise escolher entre força, vulnerabilidade e cuidado.
🎙️ Empatados é um podcast sobre masculinidades, comportamento e relações, apresentado por Wesley Pires e Arthur Abner.
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E quando quem sempre faz as perguntas precisa olhar para si mesmo?
Neste episódio do Empatados, os papéis se invertem: Leonardo Castelo Branco deixa o lugar de host para conversar sobre a própria trajetória, masculinidade, sensibilidade, vulnerabilidade e os caminhos que o transformaram no homem que é hoje.
Redator há mais de 20 anos no mercado publicitário, autor de “O Colecionador de Emoções” e agora também de “O Rascunho da Vértebra”, Leonardo fala sobre a construção da própria identidade, o medo que muitos homens ainda têm de demonstrar fragilidade e o que aprendeu depois de tantas conversas sobre masculinidades dentro do Empatados.
Arthur Abner e Wesley Pires também mergulham na relação de Leo com a literatura, a cidade e a escrita — e em como observar São Paulo, seus silêncios, deslocamentos e pequenos acontecimentos cotidianos se tornou uma forma de transformar memória e experiência em literatura.
Uma conversa sobre homens que sentem, homens que escutam e homens que ainda estão aprendendo a existir para além da obrigação de parecer fortes o tempo inteiro.
Porque talvez sensibilidade não seja o contrário da força. Talvez seja parte dela.
Dá o play e vem com a gente nessa conversa.
O Empatados foi gravado no Estúdio Artêmia, em São Paulo — um espaço completo para podcasts, cursos e projetos criativos.
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O que leva uma pessoa a viver nas ruas? E será que a situação de rua é apenas o ponto final de uma invisibilidade que começou muito antes?
Neste episódio do Empatados, André Soler, fundador e CEO da SP Invisível e Forbes Under 30, fala sobre invisibilidade social, vulnerabilidade, dependência química, perdas e os caminhos para reconstruir uma vida.
A SP Invisível nasceu de um experimento social a partir de uma pergunta simples: quem olha para as pessoas invisíveis? Desde então, o projeto busca construir relações e dar visibilidade às histórias de pessoas em situação de rua, mostrando que por trás de cada trajetória existe uma história que precisa ser ouvida.
Ao longo da conversa, André explica quais fatores podem levar uma pessoa às ruas e como questões emocionais, perdas, dependência de álcool e drogas e a desigualdade social podem fazer parte desse processo.
Também falamos sobre o impacto da pandemia no aumento da população em situação de rua e sobre por que é tão difícil separar a situação de rua de outras formas de vulnerabilidade.
Mas existe outro lado dessa discussão: o que acontece quando uma pessoa em situação de rua recebe apoio, oportunidade e uma relação de confiança? Para André, ajudar não deve significar apenas oferecer algo, mas construir uma relação em que ambas as partes possam crescer e se transformar.
O episódio também traz uma reflexão sobre como enxergamos a população em situação de rua e sobre a responsabilidade de cada um diante da invisibilidade social.
Porque, muitas vezes, ajudar começa por simplesmente olhar.Ajude não só quem está na rua, mas também quem está ao seu lado.
🎙️ Empatados é um podcast sobre masculinidades, comportamento e relações, apresentado por Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner.
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O homem que se cuida é vaidoso demais? Estilo ainda é visto como falta de masculinidade? E por que tantos homens aprendem desde cedo que demonstrar interesse pela própria aparência é motivo de julgamento?
Neste episódio do Empatados, Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem Leonardo Coloral, criador do Macho Moda e do Homem Cheiroso, para uma conversa sobre moda masculina, autoestima, autocuidado e as mudanças no comportamento dos homens nos últimos anos.
Coloral conta como saiu da música para criar um dos maiores projetos de estilo masculino do Brasil, fala sobre a importância de tornar moda e cuidados pessoais mais acessíveis, relembra a evolução da internet desde os tempos de Orkut e Photolog e compartilha como sua própria transformação corporal impactou sua autoestima e sua relação com a masculinidade.
Ao longo da conversa, também discutimos:
• Por que o homem que se cuida ainda sofre preconceito.
• A diferença entre vaidade, autoestima e status.
• Perfumes, estilo e identidade masculina.
• O consumo de moda entre os homens brasileiros.
• Como o autocuidado pode ser uma forma de autoconhecimento.
Um episódio sobre identidade, confiança e a liberdade de construir uma masculinidade menos limitada por estereótipos.
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Como a masculinidade foi construída e por que tantos homens não se reconhecem mais nela?
Neste episódio do Empatados, Fábio Mariano da Silva (doutor em Ciências Sociais e professor da PUC-SP) investiga as raízes históricas do modelo do homem provedor e aponta caminhos para reconstruir as masculinidades.
Em algum momento da história, ser homem passou a significar sustentar, suportar tudo em silêncio, controlar as emoções e nunca demonstrar fragilidade. Mas quem construiu esse modelo? E por que tantos homens hoje parecem não se reconhecer mais nele?
Neste episódio sobre desconstrução masculina, Fábio Mariano da Silva — doutor em Ciências Sociais, pesquisador das masculinidades contemporâneas e professor da PUC-SP — investiga as raízes históricas da masculinidade e explica como chegamos ao cenário atual.
Ao longo da conversa, discutimos a crise de pertencimento masculina, os limites do modelo do homem provedor, os discursos que prometem devolver identidade aos homens, as relações entre masculinidade, raça e classe, além do papel do cuidado como caminho possível para a desconstrução e reconstrução do masculino.
Neste episódio, você vai entender:
Como a masculinidade foi construída ao longo da história
Por que falamos em desconstrução masculina hoje
A crise de pertencimento dos homens contemporâneos
Os limites e riscos dos discursos moralizantes sobre masculinidade
O crescimento dos movimentos de fortalecimento masculino
Masculinidade, raça e desigualdade social
Vergonha racial e seus impactos nos homens negros
O cuidado como prática de desconstrução masculina
O futuro das masculinidades
🎙️ Apresentação: Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner
👤 Convidado: Fábio Mariano da Silva, doutor em Ciências Sociais e professor da PUC-SP
📍 Gravado nos estúdios da Artêmia, em São Paulo
O que acontece quando a experiência da paternidade desafia tudo aquilo que aprendemos sobre gênero, corpo e masculinidade?
Neste episódio do Empatados, recebemos Roberto Bete, criador de conteúdo, empreendedor e pai do Noah, para uma conversa sobre paternidade trans masculina, identidade e os caminhos que o levaram até aqui.
Roberto compartilha sua trajetória como homem trans, fala sobre o processo de gestar o próprio filho e reflete sobre os desafios emocionais, sociais e culturais de viver uma experiência que ainda desperta tantas dúvidas e preconceitos.
Mas essa conversa vai além da transgeneridade.
Falamos também sobre trabalho, empreendedorismo, internet, construção de identidade e sobre como a paternidade transforma a forma como enxergamos a nós mesmos e o mundo ao nosso redor.
Uma conversa sobre masculinidade, cuidado e sobre as muitas formas possíveis de ser pai.
⏱️ Neste episódio, falamos sobre:
• A trajetória de Roberto como homem trans;
• A descoberta da paternidade;
• Como foi viver a gestação sendo um homem trans;
• Corpo, identidade e masculinidade;
• As reações da família, dos amigos e da internet;
• Os desafios da exposição nas redes sociais;
• Empreendedorismo e reinvenção profissional;
• A relação entre paternidade e transformação pessoal;
• O que significa ser pai para Roberto hoje.
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O que transforma um menino em homem?
Durante décadas, a masculinidade foi associada à força, ao silêncio, ao controle e à invulnerabilidade. Mas quem ensinou essas regras? E por que tantos homens ainda carregam padrões que já não fazem sentido no mundo de hoje?
Neste episódio do Empatados, recebemos o professor e filósofo Sérgio Barbosa, uma das principais referências brasileiras no trabalho com homens autores de violência contra mulheres e cofundador da campanha Laço Branco.
Em uma conversa profunda, discutimos como a masculinidade é construída, o que leva alguns homens a mudarem e por que tantos ainda resistem a esse processo.Além de compartilhar sua trajetória, do garimpo à filosofia, Sérgio explica como funcionam os grupos reflexivos para homens, fala sobre transformação, responsabilização e mostra que mudar é possível.Um episódio para quem quer compreender melhor os homens, as masculinidades e os caminhos para relações mais saudáveis.
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No episódio #20 do Empatados, Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem Miguel Lima — diretor audiovisual, co-fundador da Trupie e diretor da Negritud&njoada FM.
O papo parte da criação da rádio audiovisual nascida durante a pandemia, sem estrutura, mas com uma urgência muito clara: construir os espaços e narrativas que nunca foram oferecidos.
Ao longo da conversa, Miguel fala sobre representatividade, criação coletiva, identidade, vulnerabilidade masculina e os desafios de sustentar um projeto independente sem abrir mão da própria visão.
Entre skate, cultura negra, audiovisual e vivências periféricas, o episódio discute o que acontece quando homens aprendem a criar não só conteúdo, mas também pertencimento.
Um episódio sobre referência, construção coletiva e a coragem de criar mesmo quando o espaço ainda não existe.
🎧 O Empatados é um podcast sobre masculinidade, comportamento, relações, diversidade e transformação social — com conversas honestas, escuta ativa e disposição para questionar padrões.
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Por que tantos homens evitam o desconforto emocional? E o que isso revela sobre masculinidade, vulnerabilidade, saúde mental e relações humanas?
No episódio 19 do Empatados, Leonardo Castelo Branco e Arthur Abner recebem Pedro de Figueiredo, fundador do MEMOH — um ecossistema de grupos reflexivos para homens que promove conversas sobre masculinidade, saúde emocional e equidade de gênero.
Neste papo, discutimos como a fuga do desconforto afeta diretamente a vida masculina: a dificuldade em expressar sentimentos, o medo da vulnerabilidade, o isolamento emocional, a solidão masculina e a construção de relações superficiais.
Pedro compartilha experiências reais dos grupos do MEMOH, os padrões emocionais mais comuns entre homens, as resistências à mudança e os momentos em que o desconforto se transforma em autoconhecimento e transformação pessoal.
Neste episódio, você vai ouvir sobre:
• masculinidade e saúde mental masculina
• vulnerabilidade emocional e repressão dos sentimentos
• o mito do “homem desconstruído”
• performance emocional vs. mudança real
• vergonha, silêncio e solidão masculina
• masculinidade tóxica e comportamento masculino
• equidade de gênero e responsabilidade emocional
• desenvolvimento pessoal e relações mais saudáveis
Se você busca entender melhor comportamento masculino, masculinidades contemporâneas, saúde emocional dos homens e os desafios da desconstrução masculina, este episódio é pra você.
🎧 Ouça agora o Empatados e participe dessa conversa sobre masculinidade, vulnerabilidade e transformação.
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A bissexualidade masculina ainda é cercada por estigmas, dúvidas e apagamento social.
No episódio 18 do Empatados, recebemos Murilo Fongaro para uma conversa profunda sobre masculinidade, identidade bissexual, preconceito e pertencimento.
Por que homens bissexuais são constantemente questionados?
De onde nasce a pressão para “escolher um lado”?
E como a sociedade influencia a forma como as masculinidades são construídas e percebidas?
Ao longo do episódio, Murilo compartilha sua trajetória pessoal, fala sobre exposição nas redes sociais, hate na internet, sexualidade masculina e os impactos de viver em uma sociedade que ainda tenta encaixar tudo em padrões rígidos.
A conversa também aborda moda agênero, liberdade de expressão, desconstrução masculina e os desafios de existir entre diferentes expectativas sociais.
Um episódio sobre bissexualidade masculina, masculinidades contemporâneas, identidade, vulnerabilidade e os conflitos de quem vive fora das normas tradicionais de gênero e sexualidade.
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