Engenharia Científica

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By Engenharia CientíficaScience
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Engenharia Científica episodes

  • #220 COMO ESTÁ O BIM NAS PREFEITURAS?
    85% dos engenheiros que trabalham em prefeituras do Paraná ganham abaixo do mínimo profissional. O número saiu de uma pesquisa do CREA-PR nos 399 municípios do estado, feita quando o projeto de obra pública passou a ser cobrado em BIM.

    Este é o oitavo de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Euclésio Finatti, assessor da presidência do CREA-PR, e Jefferson Ubiali, gerente da Regional Apucarana, para explicar o BIM Capacita: curso gratuito para o servidor público agora e para a iniciativa privada a partir do ano que vem. A agenda parlamentar, anunciada no fim, já saiu no #218.

    📌 NO EPISÓDIO
    • R$ 2.500 por 20 horas para quem responde pela obra da cidade
    • Miraselva: o prefeito que dobrou o salário do engenheiro
    • BIM não é programa caro nem botão mágico: o "I" é de informação
    • Aditivo zero e o "apagão das canetas" na obra pública
    • R$ 5 milhões para as entidades de classe, R$ 750 mil só para BIM
    • Como tirar de volta, em curso, o que você paga ao CREA

    ⏱️ CAPÍTULOS
    00:00 Abertura
    02:01 "Eu só pago o CREA e ele não faz nada"
    05:01 Como nasceu o BIM Capacita
    06:30 Sem projeto em BIM, sem recurso
    07:45 85% abaixo do mínimo profissional
    08:21 R$ 25 mil para o procurador, R$ 2.500 para o engenheiro
    09:23 Salário baixo não segura talento
    10:57 Miraselva: o salário que dobrou
    12:45 Primeiro o advogado, depois o engenheiro
    13:33 Troca de engenheiro, projeto parado
    14:29 O que a faculdade não ensina sobre o setor público
    15:35 Mais Engenharia e as cidades pequenas
    17:41 A lei cobra BIM, o CREA capacita
    18:39 A parceria com a Secretaria de Infraestrutura
    20:44 Prefeitura por lei, empresa por qualidade
    21:12 Por que o CREA foi além da fiscalização
    24:00 Jornada em oito regiões, com programa gratuito
    27:14 BIM não é botão mágico
    29:01 Licitação sem obra parada
    30:01 Aditivo zero
    31:36 Por que a obra pública parece parada
    32:40 O apagão das canetas
    33:23 Quase mil profissionais na jornada
    35:06 Setor privado: o engenheiro do notebook na Saveiro
    37:08 R$ 5 milhões para as entidades de classe
    38:17 Conteúdo validado pela SEIL, foco em open BIM
    39:08 Por que se associar
    40:26 Como tirar de volta o que você paga ao CREA
    43:00 CEAL: curso aberto também ao arquiteto
    45:16 E se o CREA saísse do jogo?
    46:38 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Euclésio Finatti — LinkedIn · @euclesiomfinatti · Assessor da Presidência do CREA-PR
    Jefferson Ubiali — @jefferson.ubiali · Gerente da Regional Apucarana do CREA-PR

    🎬 A SÉRIE ANPEA & CREA
    #207 Comunicação para quem é travado?
    #209 A verdade sobre o Super El Niño
    #210 IA e engenharia: do campus ao mercado
    #212 Case Mais Engenharia do CREA-PR
    #214 O erro que faz seu negócio sumir do mapa do Google
    #216 Sua empresa não vai quebrar por causa da IA
    #218 Qual é a interface do CREA com o Governo?

    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
    ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br
    CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br

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    engenhariacientifica.com.br
    49 min
  • #219 BIM 5D: O PROJETO QUE ANTECIPA O ORÇAMENTO
    Com a Metasul: o projeto que antes vivia numa planta 2D e num cronograma de barras agora vira um modelo que mostra a obra crescendo no tempo, com prazo e custo. Este episódio abre um projeto real em BIM, do orçamento ao último içamento.

    Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Danielson Ferreira e Evanderson Henrique, da Metasul, para mostrar como uma cobertura Roll-on é planejada: o cronograma macro, o projeto de canteiro, o plano de içamento, o modelo 4D no Navisworks e a realidade virtual que leva o cliente para dentro do galpão antes de ele existir. É o sexto e último episódio da série.

    📌 NO EPISÓDIO

    • 3D é o modelo, 4D soma o cronograma, 5D põe o custo no tempo — e o 6D vira operação ou sustentabilidade, conforme o negócio

    • O modelo 4D entra já na proposta: a Metasul enxerga a curva de avanço e orça com mais acerto antes de fechar o contrato

    • A cobertura é montada no chão enquanto o pré-moldado ainda está em obra; a meta é lançar mil metros quadrados por dia

    • Com óculos de realidade virtual, o cliente entra num galpão de 20 metros de pé-direito ainda na fase de orçamento

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:14 Danielson e Evanderson, da Metasul
    01:32 Planejamento: do orçamento à entrega
    02:22 2D, 3D e 4D: o que muda em cada nível
    03:31 5D é custo; 6D, operação ou sustentabilidade
    04:26 O 4D da Metasul começa no orçamento
    06:16 Cronograma macro: do contrato à cobertura
    08:29 Trechos de obra: como a cobertura é dividida
    09:47 Pares, módulos e içamento
    10:51 Onde fica o guindaste em cada etapa
    13:21 Projeto de canteiro: área britada e descarga
    18:50 A peça chega na posição: nada de dois tombos
    19:21 Montar no chão antes do pré-moldado
    20:32 8 mil m² em 10 dias
    26:52 Sistema de incêndio içado junto
    29:53 Engenheiro residente e cronograma no SharePoint
    30:56 O projetista 100% remoto
    32:03 O vídeo que põe o cliente leigo na mesa
    33:19 Ver o problema antes de ele acontecer
    34:39 Realidade virtual e o pé-direito de 20 metros
    40:15 Navisworks: a obra crescendo no tempo
    42:14 5D: o custo ao longo da obra
    42:44 Como vender engenharia para quem é leigo
    44:00 Um sistema de 50 anos e 2 milhões de m²
    45:04 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — Cohost · Eng. Civil · @leonegraojr
    Danielson Ferreira — Diretor de Operações da Metasul · @danielsonrferreira
    Evanderson Henrique — Eng. Civil · Projetista BIM da Metasul · @evanderson_henrique

    🎬 A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir

    #211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir

    #213 Sua estrutura aguenta o clima que vem aí? — ouvir

    #215 Sustentabilidade: um investimento que retorna — ouvir

    #217 Falta mão de obra. E agora? — ouvir

    🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO

    Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon

    🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

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    48 min
  • #218 QUAL É A INTERFACE DO CREA COM O GOVERNO?
    Mais de 100 ideias de engenheiros do Paraná viraram cerca de 25 projetos de lei, entregues prontos na Assembleia. É assim que o CREA-PR conversa com o governo. E foi assim que 50 cidades pequenas ganharam um engenheiro e captaram R$ 120 milhões em um ano.

    Este é o sétimo de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem de novo Euclésio Finatti, assessor da presidência do CREA-PR, e Jefferson Ubiali, gerente da Regional Apucarana. A conversa abre citando o BIM Capacita, gravado no mesmo dia, que sai no #220 (08/10).

    📌 NO EPISÓDIO
    • A frente parlamentar das engenharias: 54 deputados na Assembleia, um engenheiro
    • Vistoria de prédio antigo e fio solto no poste: leis para a cidade, não para o engenheiro
    • O plano de desenvolvimento do estado que o CREA preparou para os candidatos ao governo
    • Mais Engenharia: 50 recém-formados em cidades pequenas, com Itaipu e pós na UEPG
    • "Temos recurso, só não temos projeto": o que muda quando a prefeitura tem engenheiro
    • A praça que virou obra em dois meses e as salas de aula em wood frame de Jardim Alegre

    ⏱️ CAPÍTULOS
    00:00 Abertura
    01:00 Agenda parlamentar: 20 anos, não só em eleição
    03:01 Que lei atrapalha o dia a dia do profissional
    04:04 A frente parlamentar e o único engenheiro na Assembleia
    06:05 Mais de 100 ideias, cerca de 25 projetos de lei
    08:09 Prédio antigo sem vistoria e fio solto no poste
    11:20 A primeira vez que a Assembleia foi provocada assim
    13:23 O projeto de lei entregue pronto, com parecer jurídico
    14:33 A bacia do Rio Pirapó e uma lei de 1989
    17:36 Agenda local: o mínimo profissional em Miraselva
    21:41 O plano para os candidatos ao governo
    23:42 O engenheiro informa, o político decide
    25:50 Mais Engenharia: profissional, curso e equipamento
    27:57 Como o CREA juntou Itaipu, UEPG e governos
    30:04 "Temos recurso, só não temos projeto"
    31:05 650 inscritos, 50 selecionados: 25 homens e 25 mulheres
    32:05 R$ 120 milhões captados em um ano
    34:07 R$ 340 mil por cidade
    37:09 Computador entregue sem engenheiro para ligar
    40:19 Por que a cidade turística não se desenvolve
    41:22 O encontro dos 50 municípios e o prêmio de melhor projeto
    43:26 A praça que virou obra em dois meses
    44:27 Jardim Alegre: salas de aula em wood frame
    47:35 Mais Engenharia 2.0: agrônomo e eletricista
    52:00 Cidades inteligentes e outros programas
    53:00 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Euclésio Finatti — LinkedIn · @euclesiomfinatti · Assessor da Presidência do CREA-PR
    Jefferson Ubiali — @jefferson.ubiali · Gerente da Regional Apucarana do CREA-PR

    🎬 A SÉRIE ANPEA & CREA
    #207 Comunicação para quem é travado?
    #209 A verdade sobre o Super El Niño
    #210 IA e engenharia: do campus ao mercado
    #212 Case Mais Engenharia do CREA-PR
    #214 O erro que faz seu negócio sumir do mapa do Google
    #216 Sua empresa não vai quebrar por causa da IA

    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
    ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br
    CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br

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    55 min
  • #217 FALTA MÃO DE OBRA. E AGORA?
    Com a Metasul: falta montador, falta soldador e falta até engenheiro. Obra que depende de muita gente no canteiro já não fecha a conta de prazo e preço. Este episódio é sobre o que a construção industrializada muda nisso.

    Murillo Braghin recebe Alexandre Riss, da Metasul, e Diogo Nemésio e Fábio Nardi, da Marko, para falar do futuro da construção: por que a mão de obra virou o limite da obra, como o Roll-on sai da fábrica pronto para montar, o software que orça um galpão em dois minutos e onde a IA já entra no dia a dia.

    📌 NO EPISÓDIO

    • Cliente investidor: se o prazo estoura, o aluguel não entra e a máquina não liga — é o prazo que fecha a conta do investimento

    • O soldador virou raridade no mercado: sistema parafusado dispensa a mão de obra mais difícil de achar no canteiro

    • Largura, comprimento, pé-direito e vão entram no software da Marko; em um a dois minutos saem o modelo 3D, o quantitativo e o preço

    • Peça nova que encaixa em cobertura de 40 anos: tudo que a Marko lança precisa servir no que já foi montado

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:05 A mão de obra que dá teto para a obra
    02:06 Industrializar não é opção, é caminho
    03:07 Cliente investidor: obra no prazo ou sem retorno
    04:08 Falta gente do canteiro ao projeto
    05:13 Montador e soldador: a mão de obra mais rara
    06:19 Tirar o trabalho do canteiro e levar para a fábrica
    08:24 A motoniveladora e as 30 pessoas
    10:29 Componentização: o que os EUA fazem desde o século XIX
    11:30 Roll-on exportado para EUA, México e Marrocos
    14:36 Linha de montagem e estoque dentro da obra
    15:36 Do projeto à carreta: o lançamento automatizado
    17:42 Just in time: estoque pronto e fábrica que repõe
    18:44 Software próprio: galpão calculado em dois minutos
    20:51 Menos operacional, mais estratégico
    22:56 Içamento em módulo: o que mudou desde 2019
    23:58 Testar antes de liberar para os dealers
    24:59 Peça nova que encaixa em obra de 40 anos
    28:02 Fornecedor homologado: domos, linha de vida e manta
    31:06 Para onde vai o mercado de galpões
    34:14 Entrega em horas e os pequenos CDs
    38:17 IA na Metasul: conferência de quantitativos
    40:20 A IA que lança a estrutura em cinco minutos
    42:23 Quem não industrializar fica sem gente
    43:23 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghin
    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul · @rissalexandre
    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Desenvolvimento de produtos, Marko · @nemesiodiogo
    Fábio Nardi — Eng. Mecânico · Superintendente comercial, Marko · @fabio_antonio_nardi

    🎬 A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir

    #211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir

    #213 Sua estrutura aguenta o clima que vem aí? — ouvir

    #215 Sustentabilidade: um investimento que retorna — ouvir

    🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO

    Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon

    🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

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    45 min
  • #216 SUA EMPRESA NÃO VAI QUEBRAR POR CAUSA DA IA
    Sua empresa não vai quebrar porque ainda não implantou IA. Quebra quem decide no escuro — e boa parte decide, porque o dado que deveria sustentar a decisão mora numa planilha que cada um edita do seu jeito. Nisso a IA não ajuda: ela devolve o erro mais bonito.

    Este é o sexto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Leonardo Gil, CEO da ROQT, que estrutura dados, BI e implantação de IA em empresas, para falar do que ninguém posta no LinkedIn: a parte enterrada do projeto, que é onde a decisão do negócio se apoia.

    📌 NO EPISÓDIO
    • Dado ruim jogado na IA volta igual, só que mais bem escrito — e mais fácil de acreditar
    • Começo de projeto de dados é enterrar cano: sem fundação, nenhum dashboard fica de pé
    • BI é retrovisor, ciência de dados é para-brisa — um olha o que passou, o outro projeta o que vem
    • A empresa que quer dobrar o faturamento sem saber o próprio custo quebra dobrando
    • Em 2024 todo evento falava de IA; em 2026 fala de dado governado, porque vazamento aconteceu
    • Quem decide é você: passar a decisão para a IA é entregar a responsabilidade que é sua

    ⏱️ CAPÍTULOS
    00:00 Abertura
    01:00 IA e ciência de dados: desmistificando o assunto do momento
    02:02 O terrorismo da IA e o Excel que ainda sustenta o mundo
    03:03 A IA rompeu a bolha, mas o uso dentro da empresa não
    04:03 O "agente de IA" que era só um vídeo
    05:06 Ferramenta não substitui pessoa, muda o que ela faz
    06:07 A construtora onde carimbar papel era função
    07:10 Falta letramento: ninguém adota o que não entende
    08:11 O empresário que pede IA sem saber para quê
    10:14 Do caderninho ao Excel: só ficou mais rápido
    11:17 Dado é movimento — e quem não coleta não sabe se cresce
    13:23 A última linha que ninguém mede: qual é a sua margem?
    14:24 Dobrar o faturamento e triplicar o custo
    15:24 BI é retrovisor, ciência de dados é para-brisa
    17:27 Os três pilares: ingestão, visualização e distribuição
    19:28 Dado ruim na IA só fica mais bonito
    21:30 A fundação antes do dashboard: enterrar cano
    22:31 De 2024 a 2026: do hype à governança
    23:31 Ciência de dados na construção civil de Londrina
    26:35 O BI que começa como auditoria do dado
    29:41 O frete fechado no WhatsApp e o pedido que não trava estoque
    31:42 Quando a inteligência da empresa vai embora com uma pessoa
    38:50 Cabana vazia na semana: o dado que virou promoção
    43:59 Ser crítico com a IA: a ferramenta serve a você
    45:59 A curva da maturidade e o fim do deslumbramento
    48:01 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Leonardo Gil — LinkedIn · @leobegil · CEO da ROQT

    🔧 EMPRESA DO EPISÓDIO
    ROQT | Data & AI — roqt.com.br

    🎬 A SÉRIE ANPEA & CREA
    #207 Comunicação para quem é travado?
    #209 A verdade sobre o Super El Niño
    #210 IA e engenharia: do campus ao mercado
    #212 Case Mais Engenharia do CREA-PR
    #214 O erro que faz seu negócio sumir do mapa do Google

    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
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    50 min
  • #215 SUSTENTABILIDADE: UM INVESTIMENTO QUE RETORNA
    Com a Metasul: tem obra que não se ganha mais sem selo, e linha de crédito que não sai sem pegada de carbono medida. Este episódio é sobre o que existe por trás das certificações de uma cobertura metálica — e sobre a conta que faz esse investimento voltar.

    Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Alexandre Riss, da Metasul, e Diogo Nemésio, da Marko, para percorrer as quatro certificações do sistema Roll-on — ICC, UL, X-Carb e FM Global — passando por rastreabilidade, aço de emissão reduzida, crédito de carbono e a carga de vento que a seguradora exige.

    📌 NO EPISÓDIO

    • FM Global: em Londrina a NBR pede entre 100 e 150 kg/m²; a certificação leva a estrutura a 460 kg/m² — vento acima de 300 km/h

    • X-Carb: o aço de emissão reduzida da ArcelorMittal chega gravado peça a peça e vira crédito de carbono do cliente final — e já saiu obra com o sistema 100% X-Carb

    • Rastreabilidade: QR code em cada peça, bobina mãe e um memorial de mais de 300 páginas que diz até como descarregar o caminhão

    • Sustentabilidade que não vem de selo: uma água só e 1% de inclinação eliminam prumada, galeria e escavação — o que não se constrói também não emite

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:01 O tema de hoje: certificação
    03:08 As quatro: ICC, UL, FM Global e X-Carb
    05:13 ICC: certifica o conjunto, não a peça solta
    08:21 Por que gambiarra em obra derruba o certificado
    10:33 Rastreabilidade peça a peça: QR code e bobina mãe
    12:35 X-Carb: o aço de emissão reduzida da ArcelorMittal
    14:37 A obra 100% X-Carb, da usina ao canteiro
    15:38 Onde a conta é feita: forno, beneficiamento e transporte
    17:41 Fábrica sem faísca: sem solda e sem corte abrasivo
    19:47 Fábrica e dealer: o que a Metasul herda da Marko
    20:48 Crédito de carbono até o cliente final
    21:49 O X-Carb custa mais caro?
    23:53 Sustentabilidade virou exigência, não opção
    24:53 Além do selo: o que o projeto deixa de consumir
    31:00 O lado social do ESG: 90% da montagem no térreo
    32:01 1% de inclinação e uma água só
    34:06 UL: durabilidade, galvanizado e pintura
    36:11 FM Global: a seguradora que vira critério de projeto
    38:15 Vento de 3 a 4 vezes o que a NBR pede
    39:16 Obra Max, em Londrina: FM Global na prática
    40:18 De 100–150 kg/m² para 460 kg/m²
    41:20 Acima de 300 km/h — e o que isso não significa
    42:21 Menos sinistro, seguro mais barato
    45:24 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — Cohost · Eng. Civil · @leonegraojr
    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul · @rissalexandre
    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Desenvolvimento de produtos, Marko · @nemesiodiogo

    🎬 A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir

    #211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir

    #213 Sua estrutura aguenta o clima que vem aí? — ouvir

    🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO

    Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon

    🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

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    47 min
  • #214 O ERRO QUE FAZ SEU NEGÓCIO SUMIR DO MAPA DO GOOGLE
    Faça um teste: pesquise no Google o que a sua empresa vende e veja em que posição ela aparece. Se o concorrente do outro lado da cidade vem antes — ou se você não aparece — o problema não é o mercado.

    Este é o quinto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Fabiano e Felipe, da GoPly, plataforma de automação para Google Meu Negócio, para falar do que o engenheiro não aprendeu na faculdade: aparecer para quem já está procurando o serviço dele.

    📌 NO EPISÓDIO
    • NAP — nome, endereço e telefone idênticos no site, no Instagram e no Google. Divergiu, o Google mostra o concorrente
    • Ligue o GPS antes de fotografar: a coordenada na imagem prova ao Google que o lugar existe
    • Peça a avaliação com a palavra-chave que você quer ranquear — "a reforma ficou rápida" vale mais que "excelente profissional"
    • Nota 4,9 é mais confiável que 5,0: nota perfeita com poucas avaliações parece combinada
    • Avaliação negativa se responde em 24h — e a resposta é para quem vai ler depois, não para quem reclamou
    • Antes de ser engenheiro, você é empresário: a formação ensina a projetar, não a ser encontrado

    ⏱️ CAPÍTULOS
    00:00 Abertura
    01:00 O tema: Google Meu Negócio em 2026
    03:09 "É só preencher a ficha?" — a analogia da fundação
    05:11 NAP: nome, endereço e telefone idênticos em todo lugar
    06:12 Quando os dados não batem, o Google mostra o concorrente
    07:14 Até a IA pesquisa no Google antes de recomendar alguém
    11:15 O engenheiro que não aprendeu a empreender
    13:18 "O mercado está ruim" — ou falta saber se posicionar
    14:20 O que é a GoPly (e sim, existe postagem no Google Meu Negócio)
    15:20 A IA que responde avaliação em até uma hora
    17:23 O teste: pesquise seu produto de dentro da sua própria empresa
    18:24 "Roupas perto de mim" e o concorrente que aparece na frente
    19:26 Ligue o GPS: a foto com coordenadas prova que o lugar é real
    22:29 Na era da IA, foto real vende mais que foto bonita
    24:43 "Se não der para ser bonito, que seja real"
    27:51 Proeminência: reputação é pilar de ranqueamento
    28:51 Peça a avaliação com a palavra-chave que você quer ranquear
    32:55 Traduzindo para engenharia: a reforma rápida como porta
    36:59 Avaliação negativa é dinamite — e 4,9 vale mais que 5,0
    39:00 Responder em 24h: empatia, profissionalismo e disponibilidade
    41:02 A resposta não é para quem reclamou, é para quem vai ler
    45:09 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Fabiano — @fabiano.mrtns · sócio da GoPly
    Felipe — @felippeemanoel · sócio da GoPly

    🎬 A SÉRIE ANPEA & CREA
    #207 Comunicação para quem é travado?
    #209 A verdade sobre o Super El Niño — ouvir
    #210 IA e engenharia: do campus ao mercado
    #212 Case Mais Engenharia do CREA-PR

    🔧 FERRAMENTA DO EPISÓDIO
    GoPly — @goply.ai · goply.com.br

    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
    ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br
    CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br

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    49 min
  • #213 SUA ESTRUTURA AGUENTA O CLIMA QUE VEM AÍ?
    Com a Metasul: o mapa de ventos que a engenharia brasileira usa é de 1988. A norma foi revisada em 2023 e as curvas continuam praticamente as mesmas — enquanto a rajada que era para acontecer uma vez a cada 50 anos vem acontecendo com muito mais frequência. Este episódio é sobre projetar cobertura para um clima que já mudou.

    Murillo Braghin e Leonardo Negrão recebem Alexandre Riss, da Metasul, e Diogo Nemésio, da Marko, para falar de vento, chuva, granizo e calor sobre grandes coberturas — passando pelo tornado de Rio Bonito do Iguaçu, por ensaio em túnel de vento, simulação CFD e pela certificação FM Global.

    📌 NO EPISÓDIO

    • Rio Bonito do Iguaçu, 2025: ventos acima de 300 km/h e 80% da cidade atingida — o concreto de pé e os telhados arrancados

    • Por que o mesmo vão projetado no centro da cidade não serve no descampado: rugosidade, talude e efeito de vizinhança

    • FM Global: dimensionar acima de 300 km/h custa cerca de 5% a mais no Roll-on, contra 30% a 40% no convencional

    • Granizo: o Brasil não tem norma, e a sobrecarga que se usa hoje (25 kg/m², da NBR 6120) pode ficar perto do limite

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:35 Rio Bonito do Iguaçu: 80% da cidade atingida por um tornado
    03:50 O telhado sem projeto — e a norma que não acompanhou
    04:30 Isopletas de 1988: o vento de "uma vez a cada 50 anos"
    06:11 De 30 m/s no Nordeste a 50 m/s no Sul
    08:25 Mais estações medindo hoje: atualizar a norma pode até baratear
    10:30 Efeito de vizinhança: o entorno monitorado por satélite
    11:25 O mesmo vão no centro e no descampado não é o mesmo projeto
    14:00 Talude, aeroporto e lago: onde o vento chega sem freio
    15:00 Túnel de vento e CFD: simular antes de construir
    18:20 Aberturas, pressão interna e o limite de 100% do perfil
    23:30 FM Global: a seguradora que majora a ação do vento
    24:47 Acima de 300 km/h por 5% a mais, não por 40%
    26:00 Classe 90: o ensaio de sucção na câmara da FM
    26:55 Por dentro do sistema: banzos, travessas e o tirante
    29:50 Chuva: enchentes, calha e o pano máximo de cada telha
    31:30 Mudou o regime: o mesmo volume de chuva em menos tempo
    33:20 300 mm em uma hora dariam 3 cm de lâmina
    36:40 Granizo: o que o México enfrenta e o Brasil não normatiza
    40:29 Microbursts e downbursts: o fenômeno que mais cresce
    42:24 Análise 3D e as reações que vão para o projetista
    45:33 Ondas de calor e a dilatação que o transpasse resolve
    48:30 Encerramento

    👥 PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — Cohost · Eng. Civil · @leonegraojr
    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul · @rissalexandre
    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Desenvolvimento de produtos, Marko · @nemesiodiogo

    🎬 A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on — abre a série: ouvir

    #211 Da fábrica ao canteiro: como essa tecnologia chega na sua obra — ouvir

    🔗 CITADO NESTE EPISÓDIO

    #209 A verdade sobre o Super El Niño — ouvir

    🔧 TECNOLOGIA DO EPISÓDIO

    Sistema Roll-on, da Marko — @marko_rollon

    🤝 PARCEIRO DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

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    50 min
  • #212 CASE MAIS ENGENHARIA DO CREA-PR

    Itambaracá tem 5.900 habitantes. Rafael se formou, entrou pelo Mais Engenharia e foi parar na prefeitura de uma cidade desse tamanho — onde ele conta que, de engenheiro civil no mercado, tem ele e mais um, que preferiu outro ramo.


    Este é o quarto de doze episódios em parceria com a ANPEA e o CREA-PR. Rafael, engenheiro civil e bolsista do programa em Itambaracá, e Everton, engenheiro civil, diretor de obras do município e supervisor do programa, contam como é sustentar a engenharia de uma prefeitura de cidade pequena — onde a obra acaba sendo tocada por técnico porque não há engenheiro disponível.


    🏗️ Os números do programa, lidos no ar do site do CREA-PR: 50 municípios, mais de 30 projetos, R$ 90 milhões em investimentos, 50 engenheiros bolsistas (25 homens e 25 mulheres), 50 supervisores e 100 computadores.


    E o que saiu disso em Itambaracá: um parque público de 10 mil metros quadrados numa antiga associação desativada, com reflorestamento de fundo de vale, concha acústica e museu a céu aberto. Desenhado em módulos de propósito — para que outro município possa usar só a parte que cabe no terreno dele.


    CAPÍTULOS

    01:00 O que é o Mais Engenharia
    03:02 Itambaracá: 5.900 habitantes, na divisa com São Paulo
    04:07 Recém-formado até 3 anos, 50 municípios
    05:07 Quantos engenheiros civis a cidade tem
    06:07 A evasão de quem se forma e vai fazer outra coisa
    11:13 Voltar para a própria cidade — e quanto paga
    16:17 O prédio abandonado que virou projeto
    21:24 O pré-projeto aprovado e a aposta no turismo
    26:32 Quando engenharia vira receita para o município
    32:39 Fazer projeto no computador de casa
    39:53 O que eles querem mostrar na próxima temporada
    42:58 Encerramento


    👥 PARTICIPANTES
    Murillo Braghin — LinkedIn · @murillobraghin
    Leonardo Negrão — LinkedIn · @leonegraojr
    Rafael — engenheiro civil, bolsista do Mais Engenharia em Itambaracá (PR)
    Everton — @eng.evertonvizoto · engenheiro civil, diretor de obras de Itambaracá (PR) e supervisor do programa


    🤝 PARCEIROS DA TEMPORADA
    ANPEA — @anpea_pr · anpea.org.br
    CREA-PR — @creaparana · crea-pr.org.br


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    45 min
  • #211 DA FÁBRICA AO CANTEIRO: COMO ESSA TECNOLOGIA CHEGA NA SUA OBRA

    Com a Metasul: o Roll-on é um produto brasileiro, fabricado em Itaguaí (RJ), com 47 anos de estrada.

    Neste episódio o caminho é o do produto: sai da bobina de aço na usina, passa pela fábrica e chega montado no canteiro.

    Murillo Braghin recebe Diogo Nemésio, Alexandre Riss e Fábio Nardi, com vídeo de fábrica e de obra. Como a bobina mãe é cortada, por que o furo vem antes da conformação, e por que dois funcionários em altura bastam para içar 200 m² de uma vez.


    NO EPISÓDIO

    • A primeira empresa do Brasil a usar aço com carbono reduzido — e como esse crédito vira pontuação LEED para o cliente final

    • Por que o projeto começa no corte da bobina: desperdício zero como regra de desenvolvimento

    • Sobrecarga de 150 kg/m² sem estrutura auxiliar embaixo — e a economia de 15% a 20% que vem daí

    • 1.500 a 2.000 m² fechados por dia, com três a quatro pessoas no canteiro

    • Água a 1% de inclinação: por que ela escorre em vez de empoçar, e por que não entra selante no sistema


    CAPÍTULOS

    00:00 Abertura
    01:10 Um produto brasileiro de 47 anos, fabricado em Itaguaí
    02:00 Da bobina mãe ao corte: por que a peça nasce no aproveitamento
    04:07 Aço com carbono reduzido, crédito de carbono e selos ambientais
    06:08 Sobrecarga: o que a norma pede e o que o sistema entrega
    08:10 Malha estrutural a cada 1,20 m: viga, não terça
    10:13 O custo escondido de fazer estrutura embaixo da estrutura
    14:17 Padronização: poucas peças, montador treinado, canteiro organizado
    16:18 Produtividade real: metros quadrados por dia
    22:28 Vãos acima de 33 metros e o passo que muda de 1,20 para 1 metro
    26:35 A água a 1%: calha, ruído e o que acontece na telha convencional
    28:39 Por que não existe selante no sistema
    30:41 Manta, lã de rocha e certificação de incêndio
    34:46 Ventilação natural e conforto térmico embaixo da cobertura
    36:48 Içamento: dois funcionários em altura, 200 m² por vez
    42:54 Montador sobre o próprio plano, linha de vida e 1.200 m² em três dias


    PARTICIPANTES

    Murillo Braghin — Host · Eng. Civil
    @murillobraghin

    Diogo Nemésio — Eng. Civil · Gerente de desenvolvimento de produtos da Marko
    @nemesiodiogo

    Fábio Nardi — Eng. mecânico · Superintendente comercial da Marko
    @fabio_antonio_nardi

    Alexandre Riss — Eng. Civil · CEO da Metasul
    @rissalexandre


    A SÉRIE METASUL

    #208 Tudo sobre o sistema de cobertura Roll-on
    O primeiro da série, onde o sistema é apresentado.


    PARCEIRA DA TEMPORADA

    Metasul — @metasul_estruturas · metasul.eng.br

    O sistema Roll-on é da @marko_rollon.


    Ouça e acompanhe o Engenharia Científica: @engenharia.cientifica · engenhariacientifica.com.br

    45 min

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