Uma visita antes do trabalho, uma conversa silenciosa com a mãe e a dor causada por uma cirurgia que não chega. Nesta crônica, Mônica Cunha parte de uma cena íntima para refletir sobre a espera imposta a quem depende do sistema público de saúde, a força de quem resiste todos os dias e o contraste entre a realidade brasileira e países onde as instituições inspiram confiança. Uma história sobre cuidado, dignidade e o preço da burocracia.