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Cidade do Sol, nordeste brasileiro, praia, céu azul… Natal, como eu te amo! Parafrasear os clássicos às vezes funciona pra tentar verbalizar sentimentos que a gente não consegue explicar muito bem com as próprias palavras. Esse episódio, portanto, é uma declaração de amor à Natal. E a melhor maneira que eu consigo encontrar pra expressar o que sinto por essa cidade é falando sobre ela, suas circunstâncias políticas, artísticas e, por que não, jurídicas. Aqui a gente vai buscar passear um pouco pela história da cidade do Natal, falando sobre alguns fatores políticos e sociais que demarcam o seu desenvolvimento, assim como aspectos jurídicos que estabelecem a regulamentação específica sobre o uso e ocupação do solo da cidade. Também tentaremos contextualizar esses aspectos sociais, políticos e jurídicos com as manifestações artísticas natalenses. Acho que assim eu consigo, minimamente, expressar as razões pelas quais eu quero ficar pra nunca mais dizer adeus e lavo minha alma por amor a você, Natal. Senão Vejamos!
By Daniel Euzébio PinheiroCidade do Sol, nordeste brasileiro, praia, céu azul… Natal, como eu te amo! Parafrasear os clássicos às vezes funciona pra tentar verbalizar sentimentos que a gente não consegue explicar muito bem com as próprias palavras. Esse episódio, portanto, é uma declaração de amor à Natal. E a melhor maneira que eu consigo encontrar pra expressar o que sinto por essa cidade é falando sobre ela, suas circunstâncias políticas, artísticas e, por que não, jurídicas. Aqui a gente vai buscar passear um pouco pela história da cidade do Natal, falando sobre alguns fatores políticos e sociais que demarcam o seu desenvolvimento, assim como aspectos jurídicos que estabelecem a regulamentação específica sobre o uso e ocupação do solo da cidade. Também tentaremos contextualizar esses aspectos sociais, políticos e jurídicos com as manifestações artísticas natalenses. Acho que assim eu consigo, minimamente, expressar as razões pelas quais eu quero ficar pra nunca mais dizer adeus e lavo minha alma por amor a você, Natal. Senão Vejamos!