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No episódio mais cringe do podcast até então, escolhemos analisar um hotel icônico que teve seu auge de popularidade no final dos anos 2000 e na década de 2010. Não é o Instant, nem Trivago, nem Transilvânia, nem Zack e Cody. O Habbo Hotel, que chegou ao Brasil em 2006, fez parte da nossa infância e com certeza marcou uma geração. Apesar do design e jogabilidade limitados e simples, o jogo nos dava inúmeras possibilidades de criação e interação, fruto das mentes criativas da comunidade. Nesse episódio, seguindo a sequência de produtos nostálgicos, relatamos um pouco da nossa experiência de rabo, digo, Habbo, com muita emoção, saudosismo e piadas de duplo sentido. Agora, aconchegue seu bobba no sofá e nos acompanhe nessa jornada virtual e temporal sobre um dos espaços mais controversos que a internet já viu.
CRÉDITOS:
Produção e Locução: Celophane, Lulinha e Yzzy;
Direção: Lulinha;
Roteiro: Yzzy;
Edição: Celophane;
Arte: Sampo Karjalainen e Lulinha.
By KitschNo episódio mais cringe do podcast até então, escolhemos analisar um hotel icônico que teve seu auge de popularidade no final dos anos 2000 e na década de 2010. Não é o Instant, nem Trivago, nem Transilvânia, nem Zack e Cody. O Habbo Hotel, que chegou ao Brasil em 2006, fez parte da nossa infância e com certeza marcou uma geração. Apesar do design e jogabilidade limitados e simples, o jogo nos dava inúmeras possibilidades de criação e interação, fruto das mentes criativas da comunidade. Nesse episódio, seguindo a sequência de produtos nostálgicos, relatamos um pouco da nossa experiência de rabo, digo, Habbo, com muita emoção, saudosismo e piadas de duplo sentido. Agora, aconchegue seu bobba no sofá e nos acompanhe nessa jornada virtual e temporal sobre um dos espaços mais controversos que a internet já viu.
CRÉDITOS:
Produção e Locução: Celophane, Lulinha e Yzzy;
Direção: Lulinha;
Roteiro: Yzzy;
Edição: Celophane;
Arte: Sampo Karjalainen e Lulinha.