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Estamos no Novembro Negro, mês marcado pelas lutas e mobilizações da afirmação do povo negro, pela garantia de direitos e pelo combate ao racismo e à intolerância religiosa. A celebração tem como ponto alto o dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra.
Para reverenciar a data, o Fala, Balbúrdia vai falar sobre as cotas raciais, saber como surgiu a política de ações afirmativas nas instituições brasileiras e destacar a importância do sistema de cotas enquanto medida de reparação histórica ao povo negro.
Cheguem mais que o barulho desse episódio será sobre o tema:
NOSSA LIBERDADE É SER: COTAS RACIAIS SIM!
O megafone da balbúrdia estará com o professor da UNEB Marcelo Pinto. Mestre em Direito Privado e Econômico e doutorando em Jurisdisção Constitucional e Novos Direitos (Ufba). É pesquisador da área de Etnicidades, Movimentos Sociais, Educação e Reconhecimento jurídicos a pessoas e comunidades, atuando nos grupos de pesquisa Opará (UNEB) e Dejavu (UESC).
Marcelo foi diretor do Centro de Estudos dos Povos Afro-índio-Americanos (Cepaia) da UNEB e, atualmente, é pró-reitor de Ações Afirmativas (Proaf) da universidade.
Vem balburdiar com a gente!
By Ascom UNEBEstamos no Novembro Negro, mês marcado pelas lutas e mobilizações da afirmação do povo negro, pela garantia de direitos e pelo combate ao racismo e à intolerância religiosa. A celebração tem como ponto alto o dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra.
Para reverenciar a data, o Fala, Balbúrdia vai falar sobre as cotas raciais, saber como surgiu a política de ações afirmativas nas instituições brasileiras e destacar a importância do sistema de cotas enquanto medida de reparação histórica ao povo negro.
Cheguem mais que o barulho desse episódio será sobre o tema:
NOSSA LIBERDADE É SER: COTAS RACIAIS SIM!
O megafone da balbúrdia estará com o professor da UNEB Marcelo Pinto. Mestre em Direito Privado e Econômico e doutorando em Jurisdisção Constitucional e Novos Direitos (Ufba). É pesquisador da área de Etnicidades, Movimentos Sociais, Educação e Reconhecimento jurídicos a pessoas e comunidades, atuando nos grupos de pesquisa Opará (UNEB) e Dejavu (UESC).
Marcelo foi diretor do Centro de Estudos dos Povos Afro-índio-Americanos (Cepaia) da UNEB e, atualmente, é pró-reitor de Ações Afirmativas (Proaf) da universidade.
Vem balburdiar com a gente!