#MulherDeFibra

EP. 7 - ATIVISMO POLÍTICO PT. 1


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Antonieta de Barros (1901 - 1952) foi uma heroína negra do Brasil que sabia que a educação é fundamental para a liberdade. Ela foi a primeira deputada mulher de Santa Catarina e a primeira negra do país a assumir um mandato popular!

Bertha von Suttner (1843 - 1914) foi a primeira mulher a ganhar um Nobel! Escritora e ativista em defesa da paz, Bertha passou a vida batalhando por um mundo livre de guerras e armas.

Bertha Lutz (1894 - 1976) foi a principal sufragista brasileira. Bertha é um dos principais nomes da luta feminista no Brasil e muitos dos direitos reconhecidos às mulheres se devem à batalha dessa mulher que, além de militante, era também era exímia bióloga.

Cândido Rondon (1865 - 1958) foi um herói brasileiro, imortalizado por ter prestado apoio vitalício aos indígenas do Brasil, tendo sido um dos mais sensíveis exploradores das nossas matas.

Carmen Portinho (1903 - 2001) foi a primeira mulher a ganhar o título de urbanista no Brasil, além de ter sido ativista fundamental no movimento pelo sufrágio feminino.

Dorina Nowill (1919 - 2010) foi a primeira cega a formar-se professora no Brasil e

viveu para defender a inclusão social dos deficientes visuais. Movimentou a edição de livros em braille no país e criou uma fundação que até hoje promove cursos e distribui materiais didáticos gratuitamente.

Dorothy Stang (1931 - 2005) foi uma missionária americana naturalizada brasileira. Dorothy batalhava geração de empregos, conquista de direitos e qualidade de vida para os agricultores locais, sempre defendendo o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Eugénia Moreira (1898 - 1948) foi uma jornalista, atriz e dramaturga importante para a renovação da arte e do jornalismo no Brasil. Foi uma das líderes do movimento sufragista por aqui e acabou sendo perseguida pelo governo de Vargas.

Felipa de Sousa (1556 - 1600)  foi a primeira mulher das Américas a se assumir lésbica. Perseguida pela Inquisição, ela não contradisse as acusações e pagou caro por sua coragem.

Helen Keller (1880 - 1968) ficou cega e surda quando ainda era criança, mas mesmo assim conseguiu tornar-se uma das maiores comunicadoras de seu tempo. Conquistou um bacharelado, virou escritora e passou a militar firmemente em prol dos direitos humanos.

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#MulherDeFibraBy Maitê Proença

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