Octávio Coelho tem 71 anos e descobriu um novo princípio de vida quando chegou à Madeira. Com Bragança inscrita no berço, encontrou na paisagem da ilha um serenar de experiências.
Entre o continente e a ilha as diferenças são algumas, sobretudo na forma de olhar o que está para além do mar. Foi na Madeira que Octávio voltou a encontrar o amor. Entre as montanhas e os abraços mergulhados em horizonte, a ilha trouxe ao homem que acredita que a “vida pode ser boa” um recomeço.