Dunga foi um símbolo: deixou a Copa de 90 como sinônimo de jogo feio, para se consagrar quatro anos depois, erguendo a taça do tetra como capitão e na condição de um dos melhores jogadores daquela equipe. Não apenas isso: o ex-volante, que ainda jogou o Mundial de 1998, ressurgiu para o público anos depois como técnico, escolhido pela CBF após o fiasco e a falta de compromisso na Copa de 2006. O episódio 2 de Amarela-Ouro relembra a trajetória de um dos personagens mais marcantes da história da seleção.