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“E a descendência daquele homem será conhecida em Israel como a família do descalçado.” ( Dt. 25:10)
“Família do descalçado” era a marca daquele que negava a sua semente, negava-se a gerar para que a herança do outro permanecesse. Para Deus nós temos uma responsabilidade social. Quando Deus nos olha Ele vê no mínimo a nossa descendência. Eu preciso gerar frutos para que a minha geração viva seu propósito. Um filho carregava a memória, carregava uma herança. Quando um irmão morria e não deixava filhos, a esposa do falecido poderia casar-se com seu cunhado; o filho que nascesse carregaria o nome do irmão e seu nome não seria apagado da face da terra. Essa era a Lei do Levirato. Mas, se o cunhado se negasse a ofertar sua semente para que a memória de seu irmão perpetuasse, ele e sua descendência seriam marcados com uma definição vergonhosa: a família do Descalçado, ou seja, sem sapatos, sem autoridade de possuir ou sem direitos de pisar territórios novos. Perdia-se o direito da conquista. O escravo, o pródigo e o bastardo andavam descalços. Não possuíam autoridade diante dos anciãos que julgavam à porta da cidade. Os céus me entregam autoridade para possuir quando eu me doo para gerar sobre a vida do meu irmão uma herança, um fruto que permaneça. Nem sempre aquilo que iremos gerar será nosso. Que você não se torne um Descalçado, mas que pela essência da cruz, pela disposição em ofertar os teus frutos, teus pés recebam revestimento para conquistar, e as terras que o Pai te confiou desde o Éden, sejam entregues a tua descendência como herança perpétua.
By Pra. Karla Pereira“E a descendência daquele homem será conhecida em Israel como a família do descalçado.” ( Dt. 25:10)
“Família do descalçado” era a marca daquele que negava a sua semente, negava-se a gerar para que a herança do outro permanecesse. Para Deus nós temos uma responsabilidade social. Quando Deus nos olha Ele vê no mínimo a nossa descendência. Eu preciso gerar frutos para que a minha geração viva seu propósito. Um filho carregava a memória, carregava uma herança. Quando um irmão morria e não deixava filhos, a esposa do falecido poderia casar-se com seu cunhado; o filho que nascesse carregaria o nome do irmão e seu nome não seria apagado da face da terra. Essa era a Lei do Levirato. Mas, se o cunhado se negasse a ofertar sua semente para que a memória de seu irmão perpetuasse, ele e sua descendência seriam marcados com uma definição vergonhosa: a família do Descalçado, ou seja, sem sapatos, sem autoridade de possuir ou sem direitos de pisar territórios novos. Perdia-se o direito da conquista. O escravo, o pródigo e o bastardo andavam descalços. Não possuíam autoridade diante dos anciãos que julgavam à porta da cidade. Os céus me entregam autoridade para possuir quando eu me doo para gerar sobre a vida do meu irmão uma herança, um fruto que permaneça. Nem sempre aquilo que iremos gerar será nosso. Que você não se torne um Descalçado, mas que pela essência da cruz, pela disposição em ofertar os teus frutos, teus pés recebam revestimento para conquistar, e as terras que o Pai te confiou desde o Éden, sejam entregues a tua descendência como herança perpétua.