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Começou a trabalhar na noite aos 16 anos, a carregar colunas da banda que, mais tarde, se chamaria Táxi. Trabalhou com os GNR e Xutos & Pontapés, geriu a Indústria, uma referência da noite portuense, o Plano B e reformou o Pérola Negra. Mas é o seu incontornável Café Lusitano, o mítico espaço LGBT, que nos traz Mário Carvalho a este episódio.
“Não terás coragem nunca para abrir um espaço para gays”, foi o desafio que um ex-sócio lhe lançou. “E eu, que sempre disse que coragem é uma coisa que não me falta, a única coisa que eu achava é que teria que arranjar um local que dignificasse a ‘classe’”.
De escorraçado do Algarve, por interesses conflitantes com o governador civil à data, a transformador de uma casa de sexo ao vivo em discoteca “retro”, a vida Mário é um livro de histórias. Nestes cerca de trinta minutos ouvimos algumas delas, mas também ficámos a saber a sua opinião sobre algumas generalizações: o público gays é mais exigente? Há mais confusão na “noite hétero”?
Sem tabus, falámos dos vícios, de como a pandemia mudou a noite, de como a Geração Z a frequenta, tudo motivos para ouvires mais um episódio do Ultravioleta, o teu Podcast, além do visível.
By Miguel AgramonteComeçou a trabalhar na noite aos 16 anos, a carregar colunas da banda que, mais tarde, se chamaria Táxi. Trabalhou com os GNR e Xutos & Pontapés, geriu a Indústria, uma referência da noite portuense, o Plano B e reformou o Pérola Negra. Mas é o seu incontornável Café Lusitano, o mítico espaço LGBT, que nos traz Mário Carvalho a este episódio.
“Não terás coragem nunca para abrir um espaço para gays”, foi o desafio que um ex-sócio lhe lançou. “E eu, que sempre disse que coragem é uma coisa que não me falta, a única coisa que eu achava é que teria que arranjar um local que dignificasse a ‘classe’”.
De escorraçado do Algarve, por interesses conflitantes com o governador civil à data, a transformador de uma casa de sexo ao vivo em discoteca “retro”, a vida Mário é um livro de histórias. Nestes cerca de trinta minutos ouvimos algumas delas, mas também ficámos a saber a sua opinião sobre algumas generalizações: o público gays é mais exigente? Há mais confusão na “noite hétero”?
Sem tabus, falámos dos vícios, de como a pandemia mudou a noite, de como a Geração Z a frequenta, tudo motivos para ouvires mais um episódio do Ultravioleta, o teu Podcast, além do visível.