Vêm e partem, chegam e vão. No corrupio ferroviário, os desconhecidos fazem-se camaradas silenciosos, apartados pelo mesmo tempo que os sela na mesma carruagem. À boleia de Álvaro de Campos, 1934 é na paragem ao lado de 2020.
Vêm e partem, chegam e vão. No corrupio ferroviário, os desconhecidos fazem-se camaradas silenciosos, apartados pelo mesmo tempo que os sela na mesma carruagem. À boleia de Álvaro de Campos, 1934 é na paragem ao lado de 2020.