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Mesmo passados 58 anos, o primeiro filme a cores de Michelangelo Antonioni oferece uma multiplicidade de ideias, imagens e sensações tão singular que a questão que se coloca nunca será "até que ponto este filme é antiquado?" mas sim "Jesus, como ainda pode ser tão moderno?"
By Diário da SétimaMesmo passados 58 anos, o primeiro filme a cores de Michelangelo Antonioni oferece uma multiplicidade de ideias, imagens e sensações tão singular que a questão que se coloca nunca será "até que ponto este filme é antiquado?" mas sim "Jesus, como ainda pode ser tão moderno?"