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Um novo estudo da Universidade Nacional Australiana, publicado na Nature Communications, revelou uma camada distinta dentro do núcleo mais interno da Terra. De acordo com o estudo, existe uma “bola metálica” com um raio de 650 quilômetros que cobre uma quinta camada até então desconhecida da Terra.
Apesar da descoberta ser recente, há 20 anos cientistas já especulavam a existência de uma bola metálica no núcleo interno da Terra, separada do núcleo interno. O autor do estudo, Dr. Thanh-Son Phạm, da Escola de Ciências da Terra da Universidade Nacional Australiana, disse que os dados de sua equipe ofereceram mais evidências em apoio a essa teoria.
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O doutor afirma que os colegas de trabalho coletaram os dados medindo a velocidade das ondas sísmicas de terremotos que já passaram pelo núcleo interno da Terra. Os autores do artigo divulgado pela Nature Communications analisaram como as ondas sísmicas, que viajam diretamente pelo centro do planeta e depois vão para perto do lado oposto da Terra, voltaram à fonte de um terremoto.
A pesquisa, realizada com recursos e serviços financiados pelo governo federal da Infraestrutura Computacional Nacional (NCI), considerou dados de cerca de 200 terremotos de magnitude 6 e acima da última década. Os pesquisadores afirmam que a variação do tempo de viagem das ondas sísmicas foi causada pela estrutura cristalizada localizada na região interna do núcleo da Terra, diferente da camada externa.
Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-tech/2023/02/o-que-muda-com-o-descobrimento-de-um-novo-nucleo-da-terra/
By Estúdios CDXUm novo estudo da Universidade Nacional Australiana, publicado na Nature Communications, revelou uma camada distinta dentro do núcleo mais interno da Terra. De acordo com o estudo, existe uma “bola metálica” com um raio de 650 quilômetros que cobre uma quinta camada até então desconhecida da Terra.
Apesar da descoberta ser recente, há 20 anos cientistas já especulavam a existência de uma bola metálica no núcleo interno da Terra, separada do núcleo interno. O autor do estudo, Dr. Thanh-Son Phạm, da Escola de Ciências da Terra da Universidade Nacional Australiana, disse que os dados de sua equipe ofereceram mais evidências em apoio a essa teoria.
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O doutor afirma que os colegas de trabalho coletaram os dados medindo a velocidade das ondas sísmicas de terremotos que já passaram pelo núcleo interno da Terra. Os autores do artigo divulgado pela Nature Communications analisaram como as ondas sísmicas, que viajam diretamente pelo centro do planeta e depois vão para perto do lado oposto da Terra, voltaram à fonte de um terremoto.
A pesquisa, realizada com recursos e serviços financiados pelo governo federal da Infraestrutura Computacional Nacional (NCI), considerou dados de cerca de 200 terremotos de magnitude 6 e acima da última década. Os pesquisadores afirmam que a variação do tempo de viagem das ondas sísmicas foi causada pela estrutura cristalizada localizada na região interna do núcleo da Terra, diferente da camada externa.
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