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Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[20/04/20 – Devocional]
O devocional de hoje nem precisa de uma grande elaboração para nos levar a uma profunda meditação sobre a nossa vida, e o tempo em que estamos vivendo. O livro de Eclesiastes, em um dos seus textos mais bonitos já se encarrega, por si só, de gerar muitos pensamentos. Vamos a ele:
1Para todas as realizações há um momento certo; existe sempre um tempo apropriado para todo o propósito debaixo do céu.
tempo de plantar e o tempo de arrancar o que se plantou,
tempo de derrubar e tempo de edificar,
tempo de lamentar e tempo de dançar,
tempo de abraçar e tempo de se apartar do abraço,
tempo de conservar e tempo de jogar fora,
tempo de ficar quieto e tempo de expressar o que se sente,
tempo de lutar e tempo de estabelecer a paz.
Logo assim que a pandemia se agravou na Itália, eu escrevi para uma amiga italiana, também professora, de Milão, para saber como estavam as coisas. Ela estava muito abalada. Disse-me: parece que estou vivendo um filme, de uma hora para outra, tudo pode mudar. Agradeceu a minha mensagem, porque sentia que os italianos estavam sendo “odiados” pelo mundo. (Continua)
By Comunidade da AliançaTexto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[20/04/20 – Devocional]
O devocional de hoje nem precisa de uma grande elaboração para nos levar a uma profunda meditação sobre a nossa vida, e o tempo em que estamos vivendo. O livro de Eclesiastes, em um dos seus textos mais bonitos já se encarrega, por si só, de gerar muitos pensamentos. Vamos a ele:
1Para todas as realizações há um momento certo; existe sempre um tempo apropriado para todo o propósito debaixo do céu.
tempo de plantar e o tempo de arrancar o que se plantou,
tempo de derrubar e tempo de edificar,
tempo de lamentar e tempo de dançar,
tempo de abraçar e tempo de se apartar do abraço,
tempo de conservar e tempo de jogar fora,
tempo de ficar quieto e tempo de expressar o que se sente,
tempo de lutar e tempo de estabelecer a paz.
Logo assim que a pandemia se agravou na Itália, eu escrevi para uma amiga italiana, também professora, de Milão, para saber como estavam as coisas. Ela estava muito abalada. Disse-me: parece que estou vivendo um filme, de uma hora para outra, tudo pode mudar. Agradeceu a minha mensagem, porque sentia que os italianos estavam sendo “odiados” pelo mundo. (Continua)