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Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[25/03/2021 – Devocional] Levítico 8 + Habacuque 2 + Lucas 9:28-62
Hoje trataremos do pecado da rivalidade. Suas ações principais estão descritas em
Gálatas 5:19-20 “19Ora, as obras da carne são manifestas: [...] ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções [...]”
Este é um pecado que se relaciona muito com as nossas emoções a respeito de nós mesmos. Boa parte das desavenças que vivenciamos está associada ao modo como nos enxergamos. Como assim? Vou explicar:
No texto de Mateus 22, alguns homens querendo testar Jesus lhe fizeram uma pergunta:
36 “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”37 Respondeu Jesus: “‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’[a]. 38 Este é o primeiro e maior mandamento. 39 E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’[b]. (Mateus 22:36-39)
Bem, primeiro, o mais importante é colocar a Deus no centro de todas as coisas, e por isso este foi o primeiro pecado que tratamos nesta semana, a idolatria. Mas, o mandamento que é semelhante a amar a Deus, é amar ao outro como a si mesmo.
Como já tratamos aqui em um outro momento, amar ao outro requer, primeiro, que tenhamos uma relação de amor com a gente. E é um amor equilibrado. Porque boa parte das brigas, discussões e rivalidades tem em sua origem a nossa autoestima. E sabemos que a autoestima pode ser alta ou baixa.
Ambos os casos, baixa autoestima e alta autoestima, geram distorções na maneira que vemos e ouvimos o outro. Podemos ter uma escuta de autocomiseração, o nosso famoso “coitadinho de mim”, que pega qualquer palavra e entende como se o outro quisesse nos diminuir. “Tenho certeza de que ele falou aquilo só porque eu sou feio”. “Ela fez aquele comentário só porque se acha mais inteligente que eu” “Já reparou o jeito que ele me olha? Sempre de cima para baixo”
Por outro lado, podemos também ter uma fala arrogante e soberba, “quem é fulano para falar isso? Ele nem tem conhecimento sobre o assunto” “Quem você pensa que é? Sabe quem sou eu?” “Você nem deveria estar aqui, este não é o seu lugar”. Ou, apenas o olhar superior já diz tudo.
(continua...)
By Comunidade da AliançaTexto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[25/03/2021 – Devocional] Levítico 8 + Habacuque 2 + Lucas 9:28-62
Hoje trataremos do pecado da rivalidade. Suas ações principais estão descritas em
Gálatas 5:19-20 “19Ora, as obras da carne são manifestas: [...] ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções [...]”
Este é um pecado que se relaciona muito com as nossas emoções a respeito de nós mesmos. Boa parte das desavenças que vivenciamos está associada ao modo como nos enxergamos. Como assim? Vou explicar:
No texto de Mateus 22, alguns homens querendo testar Jesus lhe fizeram uma pergunta:
36 “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”37 Respondeu Jesus: “‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’[a]. 38 Este é o primeiro e maior mandamento. 39 E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’[b]. (Mateus 22:36-39)
Bem, primeiro, o mais importante é colocar a Deus no centro de todas as coisas, e por isso este foi o primeiro pecado que tratamos nesta semana, a idolatria. Mas, o mandamento que é semelhante a amar a Deus, é amar ao outro como a si mesmo.
Como já tratamos aqui em um outro momento, amar ao outro requer, primeiro, que tenhamos uma relação de amor com a gente. E é um amor equilibrado. Porque boa parte das brigas, discussões e rivalidades tem em sua origem a nossa autoestima. E sabemos que a autoestima pode ser alta ou baixa.
Ambos os casos, baixa autoestima e alta autoestima, geram distorções na maneira que vemos e ouvimos o outro. Podemos ter uma escuta de autocomiseração, o nosso famoso “coitadinho de mim”, que pega qualquer palavra e entende como se o outro quisesse nos diminuir. “Tenho certeza de que ele falou aquilo só porque eu sou feio”. “Ela fez aquele comentário só porque se acha mais inteligente que eu” “Já reparou o jeito que ele me olha? Sempre de cima para baixo”
Por outro lado, podemos também ter uma fala arrogante e soberba, “quem é fulano para falar isso? Ele nem tem conhecimento sobre o assunto” “Quem você pensa que é? Sabe quem sou eu?” “Você nem deveria estar aqui, este não é o seu lugar”. Ou, apenas o olhar superior já diz tudo.
(continua...)