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"Isabella, fale sobre a relação dos biológicos com a pressão dos bicos injetores" - essa pergunta de um ouvinte virou este episódio essencial uma dúvida recorrente no campo. Baseado em estudo recente da UFSM que testou 7 microrganismos em pressões de 0 a 4 bar, Isabella Tavares revela como a pressão de pulverização pode eliminar até 92% da viabilidade de alguns biológicos antes mesmo deles saírem do bico. Descubra por que Bacillus thuringiensis mantém 109% de viabilidade a 4 bar enquanto Bradyrhizobium perde 92%, por que estruturas de resistência (esporos) tendem a aguentar mais pressão mas isso não é regra absoluta, e como a cepa específica do produto faz toda diferença no resultado. Isabella compartilha casos reais de consultoria onde ajustar pressão foi a diferença entre sucesso e fracasso, explica as bases científicas por trás das diferenças entre fungos e bactérias, e dá orientações práticas: máximo 2 bar para inoculantes, 2,5 bar para entomopatogênicos, 3 bar para Trichoderma. Conhecimento técnico baseado em ciência para evitar o erro de aplicar biológico com a mesma pressão do químico. Mas lembrando, a CEPA importa muito e o produto formulado também! Escuta o episódio pra entender melhor,
Link artigos:
https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/469039/1/28075.pdf
https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1183119/1/Atas-e-Resumos-2025.pdf
O resumo da UFMS se chama: Viabilidade de microrganismos em diferentes pressões de pulverização em sistema de inoculação de sementes por gravidade"
Link Mentoria, Consultoria e Curso: https://linktr.ee/bioagrotech
By isatavaress"Isabella, fale sobre a relação dos biológicos com a pressão dos bicos injetores" - essa pergunta de um ouvinte virou este episódio essencial uma dúvida recorrente no campo. Baseado em estudo recente da UFSM que testou 7 microrganismos em pressões de 0 a 4 bar, Isabella Tavares revela como a pressão de pulverização pode eliminar até 92% da viabilidade de alguns biológicos antes mesmo deles saírem do bico. Descubra por que Bacillus thuringiensis mantém 109% de viabilidade a 4 bar enquanto Bradyrhizobium perde 92%, por que estruturas de resistência (esporos) tendem a aguentar mais pressão mas isso não é regra absoluta, e como a cepa específica do produto faz toda diferença no resultado. Isabella compartilha casos reais de consultoria onde ajustar pressão foi a diferença entre sucesso e fracasso, explica as bases científicas por trás das diferenças entre fungos e bactérias, e dá orientações práticas: máximo 2 bar para inoculantes, 2,5 bar para entomopatogênicos, 3 bar para Trichoderma. Conhecimento técnico baseado em ciência para evitar o erro de aplicar biológico com a mesma pressão do químico. Mas lembrando, a CEPA importa muito e o produto formulado também! Escuta o episódio pra entender melhor,
Link artigos:
https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/469039/1/28075.pdf
https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1183119/1/Atas-e-Resumos-2025.pdf
O resumo da UFMS se chama: Viabilidade de microrganismos em diferentes pressões de pulverização em sistema de inoculação de sementes por gravidade"
Link Mentoria, Consultoria e Curso: https://linktr.ee/bioagrotech