Este estudo científico investiga se a fluoretação da água potável prejudica o desenvolvimento intelectual humano ao longo do tempo. Pesquisadores analisaram dados históricos de Wisconsin, acompanhando o QI de adolescentes e as funções cognitivas de adultos até os 80 anos de idade. Os resultados indicam que não existe uma ligação negativa entre a exposição ao flúor em níveis recomendados e o desempenho mental em qualquer fase da vida. O documento esclarece que evidências anteriores sobre danos cerebrais basearam-se em dosagens excessivas que não refletem as políticas públicas de saúde dos Estados Unidos. Dessa forma, o relatório conclui que o consumo de água tratada é seguro para a cognição, refutando decisões recentes de interromper essa prática com base em dados imprecisos.
doi: 10.1073/pnas.2536005123