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Apesar de ser uma “gripezinha”, a COVID-19 mudou o eixo do mundo. Há quase um ano foi confirmado o primeiro caso da doença, na China. Hoje no mundo temos pouco mais de 1,3 milhão de mortes. No Brasil, passamos das 160 mil e temos mais de cinco milhões e meio de casos confirmados, além de 8,9 milhões de pessoas que perderam seus postos de emprego somente no segundo trimestre de 2020. São números exorbitantes que ilustram a grande falácia que são os governos brasileiros em suas múltiplas instâncias. Sobre esses números e os impactos deles nas cidades médias, hoje conversamos com a Samarane Barros (doutoranda em Geografia pela UNESP-PP), com a Ana Magalhães (assistente social e residente no Hospital Universitário da UFJF e) e com a Verônica Sakaragui (membra da seção local Juiz de Fora, do Fórum de mulheres 8M-JF).
Saudações Agebeanas.
By Associação dos Geógrafos Brasileiros - Juiz de ForaApesar de ser uma “gripezinha”, a COVID-19 mudou o eixo do mundo. Há quase um ano foi confirmado o primeiro caso da doença, na China. Hoje no mundo temos pouco mais de 1,3 milhão de mortes. No Brasil, passamos das 160 mil e temos mais de cinco milhões e meio de casos confirmados, além de 8,9 milhões de pessoas que perderam seus postos de emprego somente no segundo trimestre de 2020. São números exorbitantes que ilustram a grande falácia que são os governos brasileiros em suas múltiplas instâncias. Sobre esses números e os impactos deles nas cidades médias, hoje conversamos com a Samarane Barros (doutoranda em Geografia pela UNESP-PP), com a Ana Magalhães (assistente social e residente no Hospital Universitário da UFJF e) e com a Verônica Sakaragui (membra da seção local Juiz de Fora, do Fórum de mulheres 8M-JF).
Saudações Agebeanas.