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Seja muito bem-vindo ao sétimo episódio do nossoitinerário bíblico no projeto Vivendo o Mês da Bíblia 2025: “A esperança nãodecepciona” (Rm 5,5). Agora que Paulo apresentou Abraão como pai da fé, elecomeça o capítulo 5 com uma consequência maravilhosa da justificação: a pazcom Deus e a alegria fundada na esperança.
Paulo escreve: “Justificados pela fé, estamos empaz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.1). Essa é uma dasfrases mais belas e consoladoras da carta. O pecado nos separava de Deus, masagora, reconciliados pela fé em Cristo, vivemos na paz. E essa paz émais do que ausência de conflitos: é reconciliação, comunhão, harmonia com oPai, serenidade interior.
Mas Paulo não para aí. Ele acrescenta: “Gloriamo-nosna esperança da glória de Deus” (v.2). E aqui entra diretamente o coraçãodo nosso Mês da Bíblia: a esperança como fruto maduro da justificação e dominseparável da fé. O cristão não vive apenas olhando para o passado (acruz), mas também para o futuro (a glória). Ele caminha com os olhos voltadospara as promessas de Deus, confiando que o que começou será plenamenterealizado.
O mais impressionante é o que Paulo diz a seguir: “Gloriamo-nostambém nas tribulações” (v.3). Como assim? Como alguém pode se gloriar nosofrimento? Paulo responde com uma sequência profunda de crescimento interior: atribulação gera perseverança; a perseverança forja a virtude; a virtudeamadurece a esperança.
Esse é o itinerário da alma cristã. Osofrimento, longe de ser sinal de abandono, torna-se escola de confiança. Aesperança não é destruída pela dor, mas fortalecida por ela. E por quê? Porque “oamor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foidado” (v.5).
Aqui encontramos nosso lema: “A esperança nãodecepciona” (Rm 5,5). E por que ela não decepciona? Porque não estáfundamentada em nós mesmos, nem nas circunstâncias, mas no amor de Deus, jápresente em nós pelo Espírito. A esperança cristã é certa, firme, confiável— não porque temos tudo sob controle, mas porque sabemos que Deus nos ama,nos salvou e nos sustentará até o fim.
Paulo continua explicando: “Quando ainda éramosfracos, Cristo morreu pelos ímpios” (v.6). E conclui com uma declaraçãocomovente: “Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de que, quandoainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (v.8).
Esse é o fundamento inabalável da nossa fé e da nossaesperança: fomos amados quando não merecíamos. Fomos salvos quando estávamosperdidos. Somos mantidos de pé pela graça, e não pelo mérito. Como não nosalegrarmos? Como não vivermos em gratidão?
📌 Examede consciência:
Você tem vivido a sua fé com essa alegria e confiança?Ou a culpa, o medo ou a autossuficiência ainda ocupam o lugar da esperança?Acredita, de fato, que o amor de Deus foi derramado em seu coração?
🕊 Palavrade esperança:
A esperança não decepciona, porque o amor de Deus jáestá em nós. Mesmo nas tribulações, podemos viver em paz e nos alegrar. Osofrimento não é o fim. A cruz não é o último capítulo. A glória nos espera.
🙏 Oremos:
Senhor Deus, fonte da paz e da esperança, nós Tebendizemos porque nos justificaste em Cristo e nos deste acesso à Tua graça.Ensina-nos a perseverar nas tribulações, confiando que tudo concorre para o bemdos que Te amam. Renova em nós a alegria da fé e a certeza do Teu amor,derramado pelo Espírito em nossos corações. Amém.
📌 No próximo episódio: “Cristo morreu por nós: o amor que geraesperança” (Rm 5,6-11). Vamos aprofundar ainda mais esse mistério do amorgratuito que nos sustenta. Até lá!
By Wagner Assis De SousaSeja muito bem-vindo ao sétimo episódio do nossoitinerário bíblico no projeto Vivendo o Mês da Bíblia 2025: “A esperança nãodecepciona” (Rm 5,5). Agora que Paulo apresentou Abraão como pai da fé, elecomeça o capítulo 5 com uma consequência maravilhosa da justificação: a pazcom Deus e a alegria fundada na esperança.
Paulo escreve: “Justificados pela fé, estamos empaz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.1). Essa é uma dasfrases mais belas e consoladoras da carta. O pecado nos separava de Deus, masagora, reconciliados pela fé em Cristo, vivemos na paz. E essa paz émais do que ausência de conflitos: é reconciliação, comunhão, harmonia com oPai, serenidade interior.
Mas Paulo não para aí. Ele acrescenta: “Gloriamo-nosna esperança da glória de Deus” (v.2). E aqui entra diretamente o coraçãodo nosso Mês da Bíblia: a esperança como fruto maduro da justificação e dominseparável da fé. O cristão não vive apenas olhando para o passado (acruz), mas também para o futuro (a glória). Ele caminha com os olhos voltadospara as promessas de Deus, confiando que o que começou será plenamenterealizado.
O mais impressionante é o que Paulo diz a seguir: “Gloriamo-nostambém nas tribulações” (v.3). Como assim? Como alguém pode se gloriar nosofrimento? Paulo responde com uma sequência profunda de crescimento interior: atribulação gera perseverança; a perseverança forja a virtude; a virtudeamadurece a esperança.
Esse é o itinerário da alma cristã. Osofrimento, longe de ser sinal de abandono, torna-se escola de confiança. Aesperança não é destruída pela dor, mas fortalecida por ela. E por quê? Porque “oamor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foidado” (v.5).
Aqui encontramos nosso lema: “A esperança nãodecepciona” (Rm 5,5). E por que ela não decepciona? Porque não estáfundamentada em nós mesmos, nem nas circunstâncias, mas no amor de Deus, jápresente em nós pelo Espírito. A esperança cristã é certa, firme, confiável— não porque temos tudo sob controle, mas porque sabemos que Deus nos ama,nos salvou e nos sustentará até o fim.
Paulo continua explicando: “Quando ainda éramosfracos, Cristo morreu pelos ímpios” (v.6). E conclui com uma declaraçãocomovente: “Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de que, quandoainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (v.8).
Esse é o fundamento inabalável da nossa fé e da nossaesperança: fomos amados quando não merecíamos. Fomos salvos quando estávamosperdidos. Somos mantidos de pé pela graça, e não pelo mérito. Como não nosalegrarmos? Como não vivermos em gratidão?
📌 Examede consciência:
Você tem vivido a sua fé com essa alegria e confiança?Ou a culpa, o medo ou a autossuficiência ainda ocupam o lugar da esperança?Acredita, de fato, que o amor de Deus foi derramado em seu coração?
🕊 Palavrade esperança:
A esperança não decepciona, porque o amor de Deus jáestá em nós. Mesmo nas tribulações, podemos viver em paz e nos alegrar. Osofrimento não é o fim. A cruz não é o último capítulo. A glória nos espera.
🙏 Oremos:
Senhor Deus, fonte da paz e da esperança, nós Tebendizemos porque nos justificaste em Cristo e nos deste acesso à Tua graça.Ensina-nos a perseverar nas tribulações, confiando que tudo concorre para o bemdos que Te amam. Renova em nós a alegria da fé e a certeza do Teu amor,derramado pelo Espírito em nossos corações. Amém.
📌 No próximo episódio: “Cristo morreu por nós: o amor que geraesperança” (Rm 5,6-11). Vamos aprofundar ainda mais esse mistério do amorgratuito que nos sustenta. Até lá!

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