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O pacto que nosso herói faz na obra de Odisseia, ele decide quando está em plena consciência o que fazer para poder atender ao seu desejo sem correr riscos. O Pacto de Ulisses foi um “combinado" com a sua tripulação para que ele pudesse “matar a sua curiosidade” e ouvir o canto das sereias, mas sem comprometer a vida de sua equipe.
Ele sabia que se ouvisse o canto das sereias seria atraído e isso o levaria à morte. Ele próprio não confiava em sua habilidade para tomar uma decisão esclarecida quando estivesse ouvindo o tal canto. Para impedi-lo de mudar de idéia, o pacto contou com a ajuda de sua equipe: ele orientou sua tripulação a tapar os ouvidos (com cera de abelha) e prendê-lo bem firme ao mastro do navio. Apesar de se contorcer e lutar contra ele próprio, atravessa ileso e extremamente fatigado pelo recanto das sereias. O curioso nessa história é que Ulisses, nosso herói, sabia que ele mesmo não seria “confiável” em sua tomada de decisão dentro daquele ambiente com o sedutor canto das sereias. Eu adoro essa aventura, pois ela ilustra como nosso cérebro é dinâmico e podemos cair em armadilhas influenciadas pelo meio ambiente em que estamos. Quantas vezes você já percebeu isso? Aquela história de “cai de novo na armadilha, … briguei/ calei” Peguei a isca e me dei mal. Parece que eu não aprendo? Calma aí! Não é exatamente uma questão de aprendizado, mas é essa interação entre partes emocionais, cognitivas e corporais (somáticas) do nosso cérebro.
Para saber mais: https://www.educaador.com/single-post/pactuar-consigo-mesma-o
By JULIANA BARCELLOS DE SOUZAO pacto que nosso herói faz na obra de Odisseia, ele decide quando está em plena consciência o que fazer para poder atender ao seu desejo sem correr riscos. O Pacto de Ulisses foi um “combinado" com a sua tripulação para que ele pudesse “matar a sua curiosidade” e ouvir o canto das sereias, mas sem comprometer a vida de sua equipe.
Ele sabia que se ouvisse o canto das sereias seria atraído e isso o levaria à morte. Ele próprio não confiava em sua habilidade para tomar uma decisão esclarecida quando estivesse ouvindo o tal canto. Para impedi-lo de mudar de idéia, o pacto contou com a ajuda de sua equipe: ele orientou sua tripulação a tapar os ouvidos (com cera de abelha) e prendê-lo bem firme ao mastro do navio. Apesar de se contorcer e lutar contra ele próprio, atravessa ileso e extremamente fatigado pelo recanto das sereias. O curioso nessa história é que Ulisses, nosso herói, sabia que ele mesmo não seria “confiável” em sua tomada de decisão dentro daquele ambiente com o sedutor canto das sereias. Eu adoro essa aventura, pois ela ilustra como nosso cérebro é dinâmico e podemos cair em armadilhas influenciadas pelo meio ambiente em que estamos. Quantas vezes você já percebeu isso? Aquela história de “cai de novo na armadilha, … briguei/ calei” Peguei a isca e me dei mal. Parece que eu não aprendo? Calma aí! Não é exatamente uma questão de aprendizado, mas é essa interação entre partes emocionais, cognitivas e corporais (somáticas) do nosso cérebro.
Para saber mais: https://www.educaador.com/single-post/pactuar-consigo-mesma-o