
Sign up to save your podcasts
Or


Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[03/08/2020 – Devocional] Deuteronômio 7:12-26 + Isaías 58 + I Coríntios 11:17-34
Acredito que esta seja uma pergunta de foro íntimo. Se você faz ou não faz jejum é uma escolha particular, privada, que interessa apenas a você e Deus. Mas por que estou falando sobre isso aqui? Para entendermos o que o jejum faz e o que ele não faz.
Em Isaías 58:3 lemos que Deus fala com o povo sobre uma pergunta que regularmente faziam a Ele: “3E questionam: ‘*Por que jejuamos regularmente se tu não o reparas?* Temos mortificado e humilhado sobremaneira as nossas almas e tu não tomas conhecimento de tudo isso?”
Então, esse texto nos dá a entender que na maioria das vezes, quando fazemos jejum esperamos ser ouvidos. Esperamos uma contrapartida de Deus. E isso é errado?
A resposta é: depende!
Jesus nos instruiu a ter um determinado comportamento enquanto jejuamos: “Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mt 6.16-18).
Por aqui já vemos que o jejum é algo mesmo para nós, e não para quem está ao nosso redor. Não é para ser propagandeado, contado aos quatro ventos, mas acontece ali, na intimidade com o Senhor, em um propósito específico. Esse propósito tem relação com uma busca por consagração, por uma intercessão sobre determinado assunto, para uma separação e santificação, na preparação para uma batalha espiritual, quando vamos orar por enfermos ou endemoniados etc.
Porém, o jejum não é mágica. Mas ele deve ser um reflexo do nosso dia a dia com Deus. Essa é a grande reflexão que Isaías está trazendo para o povo, com as suas palavras. Vamos acompanhar o resto do texto e entenderemos melhor: (continua)
By Comunidade da AliançaTexto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[03/08/2020 – Devocional] Deuteronômio 7:12-26 + Isaías 58 + I Coríntios 11:17-34
Acredito que esta seja uma pergunta de foro íntimo. Se você faz ou não faz jejum é uma escolha particular, privada, que interessa apenas a você e Deus. Mas por que estou falando sobre isso aqui? Para entendermos o que o jejum faz e o que ele não faz.
Em Isaías 58:3 lemos que Deus fala com o povo sobre uma pergunta que regularmente faziam a Ele: “3E questionam: ‘*Por que jejuamos regularmente se tu não o reparas?* Temos mortificado e humilhado sobremaneira as nossas almas e tu não tomas conhecimento de tudo isso?”
Então, esse texto nos dá a entender que na maioria das vezes, quando fazemos jejum esperamos ser ouvidos. Esperamos uma contrapartida de Deus. E isso é errado?
A resposta é: depende!
Jesus nos instruiu a ter um determinado comportamento enquanto jejuamos: “Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mt 6.16-18).
Por aqui já vemos que o jejum é algo mesmo para nós, e não para quem está ao nosso redor. Não é para ser propagandeado, contado aos quatro ventos, mas acontece ali, na intimidade com o Senhor, em um propósito específico. Esse propósito tem relação com uma busca por consagração, por uma intercessão sobre determinado assunto, para uma separação e santificação, na preparação para uma batalha espiritual, quando vamos orar por enfermos ou endemoniados etc.
Porém, o jejum não é mágica. Mas ele deve ser um reflexo do nosso dia a dia com Deus. Essa é a grande reflexão que Isaías está trazendo para o povo, com as suas palavras. Vamos acompanhar o resto do texto e entenderemos melhor: (continua)