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Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a entrevista com os professores da UFSCar Rosemeire Rangni, docente do Departamento de Psicologia da universidade, e Jorge Oishi, do Departamento de Estatística da instituição e doutor em saúde pública, e com a terapeuta ocupacional Maria Tereza Ramalho, servidora na Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar. Eles falam sobre como a invisibilidade de pessoas superdotadas impõe desafios significativos às instituições de ensino por diferentes motivos. Nesta conversa, são abordados o baixo número de profissionais preparados para lidar com essa questão, a ausência de diagnóstico, a falta de informação, o preconceito e a necessidade da criação de programas educativos para pessoas com altas habilidades para não desestimular talentos que poderiam ser desenvolvidos.
By Radio UFSCarNesta edição do ‘Estação 953’, confira a entrevista com os professores da UFSCar Rosemeire Rangni, docente do Departamento de Psicologia da universidade, e Jorge Oishi, do Departamento de Estatística da instituição e doutor em saúde pública, e com a terapeuta ocupacional Maria Tereza Ramalho, servidora na Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar. Eles falam sobre como a invisibilidade de pessoas superdotadas impõe desafios significativos às instituições de ensino por diferentes motivos. Nesta conversa, são abordados o baixo número de profissionais preparados para lidar com essa questão, a ausência de diagnóstico, a falta de informação, o preconceito e a necessidade da criação de programas educativos para pessoas com altas habilidades para não desestimular talentos que poderiam ser desenvolvidos.