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Nesta edição do ‘Estação 953’ confira a participação da professora emérita da UFSCar e militante brasileira Petronilha Gonçalves e Silva na ‘Aula Magna 2025’ da universidade. Ao longo de sua história, ela, que é uma das principais intelectuais negras do Brasil, juntou teoria e prática, transformou o debate sobre a educação antirracista em ação concreta, influenciou leis, formulou políticas públicas de igualdade racial efetivas e contribuiu de forma significativa para diferentes conquistas.
Graças ao trabalho de Petronilha, foi possível consolidar avanços como a própria incorporação da temática racial na formação de professores ou mesmo a regulamentação da legislação que tornou obrigatório o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. De forma precursora, a docente e pesquisadora também coordenou o desenvolvimento de diretrizes institucionais para aprovação da reserva de vagas na UFSCar.
Agora, em sua volta à universidade, ela se diz feliz em ver o avanço do projeto de inclusão no ensino superior público brasileiro, mas ressalta que ainda há muito para ser construído. Petronilha refletiu sobre o papel da universidade pública na sociedade como um espaço que vai para além da formação de profissionais. Ela defende que no ambiente acadêmico todos precisam pensar nos seus objetivos pessoais, sem esquecer de metas coletivas, para que seja possível atingirmos um bem comum: uma universidade mais diversa, um ambiente de transformação social, uma nação antirracista!
By Radio UFSCarNesta edição do ‘Estação 953’ confira a participação da professora emérita da UFSCar e militante brasileira Petronilha Gonçalves e Silva na ‘Aula Magna 2025’ da universidade. Ao longo de sua história, ela, que é uma das principais intelectuais negras do Brasil, juntou teoria e prática, transformou o debate sobre a educação antirracista em ação concreta, influenciou leis, formulou políticas públicas de igualdade racial efetivas e contribuiu de forma significativa para diferentes conquistas.
Graças ao trabalho de Petronilha, foi possível consolidar avanços como a própria incorporação da temática racial na formação de professores ou mesmo a regulamentação da legislação que tornou obrigatório o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. De forma precursora, a docente e pesquisadora também coordenou o desenvolvimento de diretrizes institucionais para aprovação da reserva de vagas na UFSCar.
Agora, em sua volta à universidade, ela se diz feliz em ver o avanço do projeto de inclusão no ensino superior público brasileiro, mas ressalta que ainda há muito para ser construído. Petronilha refletiu sobre o papel da universidade pública na sociedade como um espaço que vai para além da formação de profissionais. Ela defende que no ambiente acadêmico todos precisam pensar nos seus objetivos pessoais, sem esquecer de metas coletivas, para que seja possível atingirmos um bem comum: uma universidade mais diversa, um ambiente de transformação social, uma nação antirracista!