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Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a participação do professor Rodrigo Constante Martins, pró-reitor de pós-graduação da UFSCar, no 5º Ciclo ‘Universidade para o futuro’, promovido pelo IEAE (Instituto de Estudos Avançados e Estratégicos) da instituição. Ele fala sobre os desafios que deverão ser enfrentados pela universidade pública nos próximos anos nesta área, que reúne 7 mil cursos de pós-graduação, entre mestrados e doutorados, divididos em cerca de 4.700 programas, em 320 cidades diferentes.
Dentre os desafios, o professor da UFSCar aponta a necessidade de tornar a ciência produzida no Brasil mais representativa, inovadora e comprometida com os desafios da sociedade. Para isso, de acordo com Rodrigo, é preciso um planejamento estratégico baseado em dados com metas a nível nacional setorizadas por região, área e perfil social; a ampliação das interações da academia com o mercado de trabalho e com a educação básica; e o aumento da qualificação de profissionais, com um olhar para a diversidade e inclusão de grupos sub representados na pós-graduação, garantindo condições adequadas para permanência estudantil. Atualmente, 90% dos cientistas brasileiros são brancos e 67% são homens.
By Radio UFSCarNesta edição do ‘Estação 953’, confira a participação do professor Rodrigo Constante Martins, pró-reitor de pós-graduação da UFSCar, no 5º Ciclo ‘Universidade para o futuro’, promovido pelo IEAE (Instituto de Estudos Avançados e Estratégicos) da instituição. Ele fala sobre os desafios que deverão ser enfrentados pela universidade pública nos próximos anos nesta área, que reúne 7 mil cursos de pós-graduação, entre mestrados e doutorados, divididos em cerca de 4.700 programas, em 320 cidades diferentes.
Dentre os desafios, o professor da UFSCar aponta a necessidade de tornar a ciência produzida no Brasil mais representativa, inovadora e comprometida com os desafios da sociedade. Para isso, de acordo com Rodrigo, é preciso um planejamento estratégico baseado em dados com metas a nível nacional setorizadas por região, área e perfil social; a ampliação das interações da academia com o mercado de trabalho e com a educação básica; e o aumento da qualificação de profissionais, com um olhar para a diversidade e inclusão de grupos sub representados na pós-graduação, garantindo condições adequadas para permanência estudantil. Atualmente, 90% dos cientistas brasileiros são brancos e 67% são homens.