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O tratamento do câncer infantil impõe desafios físicos e emocionais tanto para os pacientes quanto para seus familiares. As mudanças na rotina, as internações frequentes, os efeitos colaterais das terapias e o afastamento da escola e dos amigos tornam essa experiência especialmente difícil. Além disso, o diagnóstico tardio, a desigualdade no acesso ao cuidado para quem vive longe dos grandes centros e até a dificuldade da criança em compreender o que está acontecendo podem gerar sofrimento e impactar a vida adulta. Estudos mostram que pessoas que vivenciam esse cenário têm maior propensão a desenvolver distorções da imagem corporal, ansiedade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático. Também há registros de dificuldades nas relações interpessoais e de maior incidência de consequências físicas, como problemas cardíacos, endócrinos e de fertilidade, entre outras.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira uma entrevista com a psicóloga Viviana Lanfranchi, pesquisadora em Oncologia Pediátrica no Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar. Analisando a resiliência de crianças hospitalizadas para tratar o câncer, ela fala sobre os fatores que favorecem ou dificultam esse processo, sobre as repercussões na vida adulta e sobre a necessidade de ampliar o suporte psicossocial — ainda bastante deficitário — oferecido aos pacientes em tratamento.
By Radio UFSCarO tratamento do câncer infantil impõe desafios físicos e emocionais tanto para os pacientes quanto para seus familiares. As mudanças na rotina, as internações frequentes, os efeitos colaterais das terapias e o afastamento da escola e dos amigos tornam essa experiência especialmente difícil. Além disso, o diagnóstico tardio, a desigualdade no acesso ao cuidado para quem vive longe dos grandes centros e até a dificuldade da criança em compreender o que está acontecendo podem gerar sofrimento e impactar a vida adulta. Estudos mostram que pessoas que vivenciam esse cenário têm maior propensão a desenvolver distorções da imagem corporal, ansiedade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático. Também há registros de dificuldades nas relações interpessoais e de maior incidência de consequências físicas, como problemas cardíacos, endócrinos e de fertilidade, entre outras.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira uma entrevista com a psicóloga Viviana Lanfranchi, pesquisadora em Oncologia Pediátrica no Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar. Analisando a resiliência de crianças hospitalizadas para tratar o câncer, ela fala sobre os fatores que favorecem ou dificultam esse processo, sobre as repercussões na vida adulta e sobre a necessidade de ampliar o suporte psicossocial — ainda bastante deficitário — oferecido aos pacientes em tratamento.