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Nos últimos meses, o número de feminicídios no Brasil e, em específico, em algumas cidades, como São Paulo, atingiu níveis recordes, com mais casos registrados do que em anos anteriores. A cada 6 horas, um homem assassina uma mulher no país, o que demonstra que o país tem sido tolerante com a violência contra a mulher. Enquanto isso, a verba destinada ao combate à violência contra a mulher é congelada ou não é utilizada. Para conversar com a gente, convidamos a professora Jacqueline Sinhoretto,que é docente do Departamento de Sociologia da UFSCar e coordenadora do GEVAC, o Grupo de estudos sobre violência e administração de conflitos.
By Radio UFSCarNos últimos meses, o número de feminicídios no Brasil e, em específico, em algumas cidades, como São Paulo, atingiu níveis recordes, com mais casos registrados do que em anos anteriores. A cada 6 horas, um homem assassina uma mulher no país, o que demonstra que o país tem sido tolerante com a violência contra a mulher. Enquanto isso, a verba destinada ao combate à violência contra a mulher é congelada ou não é utilizada. Para conversar com a gente, convidamos a professora Jacqueline Sinhoretto,que é docente do Departamento de Sociologia da UFSCar e coordenadora do GEVAC, o Grupo de estudos sobre violência e administração de conflitos.