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Sinopse: A não-violência é cada vez menos popular. Num mundo caótico e bélico, reagir à violência com mais violência é o discurso reinante. Quer sua reação seja 100% justificada, quer não, reagir na mesma medida do mal sofrido é quase uma obrigação. Nossas ações de exclusão geram reações de exclusão. Violência gera mais violência. Dentro das nossas noções parciais de justiça, ela nunca existirá de maneira realmente justa e definitiva. Como coloca Miroslav Volf: “A cruz de Cristo nos deveria ensinar que a única alternativa à violência é o amor que doa a si mesmo, a disposição de absorver a violência para abraçar o outro sabendo que a verdade e a justiça serão mantidas por Deus. (...) Somente aqueles que estão dispostos a abraçar os desonestos e injustos, como Cristo fez na cruz, estarão habilitados a empregar a razão e o discurso como instrumentos de paz e não de violência.”
By Edson NunesSinopse: A não-violência é cada vez menos popular. Num mundo caótico e bélico, reagir à violência com mais violência é o discurso reinante. Quer sua reação seja 100% justificada, quer não, reagir na mesma medida do mal sofrido é quase uma obrigação. Nossas ações de exclusão geram reações de exclusão. Violência gera mais violência. Dentro das nossas noções parciais de justiça, ela nunca existirá de maneira realmente justa e definitiva. Como coloca Miroslav Volf: “A cruz de Cristo nos deveria ensinar que a única alternativa à violência é o amor que doa a si mesmo, a disposição de absorver a violência para abraçar o outro sabendo que a verdade e a justiça serão mantidas por Deus. (...) Somente aqueles que estão dispostos a abraçar os desonestos e injustos, como Cristo fez na cruz, estarão habilitados a empregar a razão e o discurso como instrumentos de paz e não de violência.”