Em entrevista à Renascença, o presidente da Associação Empresarial de Portugal critica as duas faltas justificadas incluídas pelo Governo na reforma laboral, acusa a UGT de não defender os trabalhadores e não espera uma forte adesão à greve geral de 3 de junho. Luís Miguel Ribeiro critíca ainda a discussão pública entre o Tribunal de Contas e o Governo, sobre o visto prévio, e avalia o PRR e o PTRR.