Este mês de maio estamos buscando em Deus famílias restauradas, pensando que isso é possível:
1. Pela libertação que há em Cristo
2. Pela palavra que sustenta
3. Para uma vida plena
Quando:
1. Há um posicionamento da família diante das influências do mundo (Josué 24:15)
2. Há um entendimento de que meu esforço precisa considerar o Senhor como o construtor da minha casa (Sl.127.1)
3. Há uma fé que reconhece em Jesus o único que pode salvar minha casa (At.16:31).
Hoje vamos focalizar no entendimento de que meu esforço precisa considerar o Senhor como o construtor da minha casa.
É muito ruim quando o que fazemos com tanto esforço se torno se mostra inútil. O salmista diz: “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.
2 Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem ama.”
O que você tem feito pele tua família tem se mostrado proveitoso ou inútil? Muitas vezes estamos trabalhando pelos nossos, tentando protegê-los do mundo nos valendo apenas dos nossos planos, dos nossos esforços e das nossas estratégias. Vamos lá, vamos pensar sobre isso:
1. com relação aos nossos casamentos: queremos um casamento baseado em idealizações, romantismos, expectativas. Acordamos cedo e dormimos tarde tentando mudar o outro, começamos a acreditar numa felicidade condicionada às minhas construções. Queremos um casamento para satisfazer expetativas e não para crescermos mais em Deus e na sua vontade. Quando olhamos para Gênesis 2 vemos algo fantástico que nos ajuda a entender como Deus pode ser o construtor do nosso casamento. Lembra que Deus percebeu que não era bom o homem estar só, então Ele tira do homem uma parte e faz a mulher como um outro ser, porém que “lhe correspondesse” (Gn.2:18;20-25). Isso nos leva a crer que Eva não foi criada para atender aos sonhos, desejos e expectativas de Adão, mas para que ambos fossem experimentassem o compartilhar de suas vidas na correspondência, no reconhecimento que um é para o outro e na consolidação de uma só carne, como marca da unidade emocional e espiritual. Será que não estaríamos construindo um casamento para atender sonhos, desejos e expectativas? Que tal se esforçar mais para um casamento de correspondência do outro e de união carnal e espiritual?
2. Agora em relação aos nossos filhos, o que eles são para nós? O salmista diz que são “herança do Senhor”; recompensa e flechas nas mãos do guerreiro. Uma das nossas maiores ilusões com relação aos nossos filhos é achar que conseguimos protegê-los do mundo. Na verdade, nosso papel é prepará-los para serem lançados ao mundo como flechas. Não adianta fazer planos, pagar os melhores cursos, sem deixar neles a marca de que eles são herança do Senhor. Essas marcas são construídas neles quando ensinamos com persistência sentado em casa, andando pelo caminho, quando deitamos e quando levantamos (Dt.6:7). Sabia que não é papel da igreja ensinar sobre Deus aos nossos filhos? O Igreja apenas ajuda.
Deveríamos pensar sobre outros tipos de relacionamentos em que Deus precisar ser o construtor, o protetor e o guerreiro que nos lança ao mundo. Mas podemos resumir que em todos eles tudo está ligado com a forma como construímos nossos vínculos. É urgente compreendermos que os nossos vínculos familiares precisam ser construídos, protegidos e sustentados pelo Senhor. Isso significa que os domínios da maldade operam para que desconsideremos a ação de Deus como o protagonista nos nossos vínculos familiares. A pergunta agora é: como está sua relação com seus familiares (esposo, esposa, filhos, pais, etc.)? Deus quer libertar tua família de sonhos, expectativas e desejos; consolidar teu lar nessa Palavra poderosa de um casamento em que possam experimentar a unidade em “uma só carne” e uma herança verdadeiramente do Senhor.